quinta-feira, agosto 18, 2005

O melhor amigo de meu filho

Conheci o Carlos quando ele tinha 14 anos e passou a ser o amigo inseparável do meu filho caçula, então com 13. A proximidade dos dois fez com que Carlos também ficasse íntimo de nossa família, que passou a tratá-lo quase que como um filho. Muito simpático e agradável, conquistou a todos. Tratava-me com muito carinho, fazendo sempre questão de, ao encontrar-me, abraçar-me e dar-me um beijo no rosto, como meu filho fazia. Gostava de ver os dois juntos, cochichando pelos cantos e saindo juntos para o shopping, onde sempre os levava de carro e depois ia buscá-los no horário combinado. Isso fazia com que me sentisse mais tranqüilo em relação a meu filho, pois sempre sabia onde estava. Gostavam de ir ao cinema e ficar na praça da alimentação, fazendo um lanche e paquerando. Conforme foram crescendo, de vez em quando eu os pegava em algum assunto de ficar no banheiro do shopping. Sabia que se tratava de alguma sacanagem, mas na minha cabeça, era algo normal da idade, descoberta do corpo e da sexualidade. Comecei a perceber da parte de Carlos um olhar insistente para o meu lado, principalmente quando eu estava mais à vontade em casa, de short e sem camisa. Até cheguei a comentar algo com a minha esposa, mas ela me disse que devia ser admiração pela figura paterna que ele não tinha em casa e que projetava em mim. Lembro certo dia em que ele chegou em casa e, como sempre fazia, me abraçou e depois me beijou, mas dessa vez o beijo que me deu foi no pescoço, deixando-me todo arrepiado. Confesso que aquele beijo mexeu comigo e, naquela noite, no chuveiro, bati uma punheta pensando no garoto.
Passaram-se os anos e Carlos foi assumido como membro efetivo da nossa família, dormindo todos os finais de semana em casa. Nós éramos a sua família de sexta-feira à noite até segunda de manhã, quando eu o deixava, junto com meu filho, na porta da escola. Sua mãe em várias oportunidades afirmou que a amizade entre nossos filhos havia feito um bem enorme ao seu, que nunca mais deixara de estudar e não fora mais reprovado na escola. Entre meu filho e Carlos havia uma diferença de pouco mais de 1 ano, mas ambos estavam na mesma série na escola.
Onde quer que quisessem ir, eu os levava de carro. Um dia, meu filho pediu-me que os levasse até Petrópolis, para Carlos visitar uma tia que lá morava. Combinei encontrar-me com os dois num determinado ponto da avenida Brasil, no Rio de Janeiro, de onde fica mais fácil pegar a estrada rumo a Petrópolis. Na sexta-feira à tarde, quente e ensolarada do verão, cheguei ao local combinado, mas só encontrei Carlos. Perguntei pelo meu filho, mas ele tivera de ia a outro local. Carlos me propôs que, se eu achasse melhor, podíamos ir outro dia a Petrópolis, quando meu filho estivesse junto. Não vi porque adiar, já que estava tudo combinado, inclusive minha esposa sabia que poderíamos chegar tarde. Assim, subimos os dois a serra e chegamos a Petrópolis por volta de 18h30, ainda bem claro devido ao horário de verão. Visitamos a tia de Carlos, o qual levou-lhe alguns presentes e encomendas. Mas Carlos não quis demorar-se muito. Passava um pouco das 19h00 quando nos despedimos.
Estávamos já descendo a serra, quando Carlos me disse sem rodeios: “Eu não queria ir para casa agora. Queria passar a noite com o senhor!”. Fiquei chocado e sem ação com o que o rapaz havia acabado de me dizer. Demorei um pouco para me reequilibrar, sem saber bem ao certo o que ele queria dizer com aquilo. Após o que pareceram ser longos minutos, eu lhe perguntei: “Mas onde você quer ir comigo?!”. Também sem rodeios, respondeu-me: “A um motel”. Mal disse isso, sua mão apoiou-se em minha coxa, próximo à meu pênis. Aquele toque produziu um efeito involuntário: meu pau ficou duro na hora. Carlos aproximou-se de mim, beijou-me o rosto ternamente e falou: “Se o senhor não quiser, vamos pra casa e esquecemos o que eu disse, está bem?” Balancei a cabeça afirmativamente, sem saber o que fazer diante daquela situação. Meu pau continuava duro e a consciência se agitava: “Sou casado... somos dois homens... não sou gay... é o melhor amigo do meu filho... é como se fosse um filho meu...” Mas o desejo também gritou alto dentro de mim. “Por que não? Uma nova experiência... um garoto tão lindo... talvez seja apenas curiosidade de jovem... quem sabe seja a atração pelo pai que não teve... deve ser apenas carência...” Descemos a serra em profundo silêncio, eu olhando para frente e ele, meio encolhido encostado à porta do passageiro, olhando para fora. Já no final da serra, olhei para ele e ele me olhou. Estava vermelho e com os olhos cheios de lágrimas. Apenas sussurrou: “Desculpa, seu Ricardo. Por favor, esqueça o que eu falei. Não quero perder a amizade de vocês. É que faz tantos anos que...” E parou de falar, chorando. Na minha cabeça, eu completei a frase do rapaz: “... faz tantos anos que eu o desejo”; e pensei “Mas eu também o desejei todos esses anos”. Estava na confluência das estradas que de Petrópolis levam ao Rio ou a Teresópolis. Numa fração de segundos desviei para Teresópolis. O rapaz olhou-me atônito, sem entender o que estava acontecendo. Passamos o pedágio e entramos na estrada da Manilha, em direção a Itaboraí. Ao avistar um motel, entrei com o carro – sentindo meu coração quase sair pela boca de nervoso que estava – e pedi a melhor suíte, com sauna, hidromassagem e piscina.
Ainda em silêncio, estacionei o carro, fechei a porta da garagem e subi, segurando Carlos pelo braço. Ao entrarmos, Carlos percorreu toda a suíte, exclamando o nome de cada coisa que descobria: “Olha, tem sauna!... Hidromassagem!... Piscina!... Filme pornô!... Cama redonda!... Espelho no teto!” Comecei a relaxar e a me divertir com a alegria do garoto. “Gostou?”, perguntei-lhe. “Super!”, respondeu-me ele. “Sempre quis ir a um motel e esse é demais!”. Tirei minha roupa e pedi a ele que fizesse o mesmo. Fui para o chuveiro e comecei a me lavar. Carlos veio atrás, já sem roupa e eu o puxei para junto de mim. Segurei seu rosto entre as minhas mãos e o beijei intensamente, fazendo nossas línguas se cruzarem e serem mutuamente chupadas. Nossas rolas, duras, também se cruzaram como espadas em luta. Dei-lhe um banho e, ambos nus, o puxei para fora, em direção à pequena piscina ao ar livre.
Pulei na piscina, refrescando-me naquela noite quente, dirigindo-me para o lado oposto ao da borda onde Carlos permanecia em pé, a olhar-me extasiado e com seu lindo pau endurecido. “Não quer entrar?”, perguntei-lhe. Ele não respondeu nada, apenas sentou-se à beira da piscina, com sua pernas balançando na água. Apenas com a cabeça para fora da água, bati os pés e fui-me aproximando da borda da piscina. Parei em frente ao rapaz e afastei-lhe as pernas. À minha frente, seu lindo corpo liso e um maravilhoso pau juvenil muito duro, apontando para cima, tocando-lhe o umbigo. Comecei a lamber-lhe e mordiscar-lhe as coxas, fazendo-o soltar gemidos de prazer e abrir ainda mais as pernas. Não resisti por muito tempo e abocanhei sua rola e passei a chupá-la avidamente, como se sempre tivesse feito isso na vida, embora fosse a primeira vez. Carlo apenas gemia e se contorcia de prazer. De repente, disse-me: “Ai, que delícia! Agora sei a quem seu filho puxou pra chupar bem”. Parei de chupá-lo e quis saber: “Você e meu filho transam?”. Ele respondeu-me sorrindo, com um sorriso que me impedia de ficar bravo com ele: “Transa, não. Nós apenas nos beijamos e nos chupamos. Eu quis guardar meu cuzinho para o senhor”. “Para mim?!”, exclamei. “Sim, para o senhor. Eu sempre disse a ele que morria de tesão pelo senhor e que queria perder a virgindade com o senhor ou, se não fosse possível, com outra pessoa que eu amasse”. Fiquei ainda mais admirado. “Você contou a ele que quer transar comigo e ele aceitou numa boa?” Carlos sorriu ainda mais“ Aceitou e a gente sempre fica imaginando como seria. Por isso ele não veio hoje com a gente, pra ver se eu criava coragem”. Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo. Meu próprio filho armando algo para eu transar com seu melhor amigo. “Que loucura! Mal dá pra acreditar!” E comecei a querer saber mais detalhes dos seus planos. “E o que mais vocês combinaram?” Ele me olhou com uma expressão de sacanagem nos olhos. “Quer saber mesmo?”. Balancei afirmativamente a cabeça. “Claro, por isso perguntei!” Carlos demorou um pouco a responder, mas por fim falou: “Eu contava como seria transar com o senhor e ele me dizia que o sonho dele era perder a virgindade comigo, mas com o senhor olhando e se masturbando na nossa frente”. Minha cabeça estava a mil e eu ficava pensando: “Onde fui me meter. Que situação mais doida. Não sei se estou preparado para o que está acontecendo”. Nesse ponto da conversa, meu pau já havia amolecido, embora o de Carlos permanecesse duro e ele continuamente se masturbava. Após um profundo silêncio, ele mergulhou na piscina e se agarrou a mim, colando seus lábios nos meus e enfiando sua língua quente e macia em minha boca. Fui novamente relaxando, até que minha rola endureceu novamente e o tesão me dominou. Coloquei Carlos deitado à beira da piscina com as pernas erguidas apoiadas na escada metálica e subi por ela. “Agora vou satisfazer seu desejo”, disse para ele. Embora não tivesse trazido camisinha, pois não esperava que aquilo pudesse acontecer, o tesão era tão grande que encaixei meu pau no cu do garoto e comecei a enfiar. Com as mãos, Carlos foi abrindo a bunda para facilitar a penetração. A baba que saía do meu pau foi naturalmente lubrificando o cu do rapaz, que estava com tanta vontade de dar o cu que fez com que minha rola fosse entrando devagar, mas sem muito esforço. Assim que entrou tudo, comecei a bombar ritmadamente, inicialmente devagar e, aos poucos, aumentando a velocidade. O rapaz se contorcia e gemia de prazer, pedindo-me repetidamente que o fodesse. Passei a punhetá-lo ao mesmo tempo em que lhe fodia o cu. O rapaz não agüentou segurar por muito tempo e esporrou na própria barriga e no peito, lançando um jato grosso, forte e intenso de porra. Pude sentir as diversas contrações de seu cu em meu pau. Parecia que ele nunca havia gozado antes e que guardara toda a porra de anos para gozar naquele momento. A visão do rapaz gozando e a contração de seu cu em meu pau causou-me tanto tesão que gozei também abundantemente dentro do rapaz desvirginado. Deitei sobre o garoto e deixei sua porra espalhar-se por nossos corpos. Ficamos assim até que nossas respirações voltaram ao normal.
Ainda na beira da piscina, ajeitei-o e deitei ao seu lado, em posição oposta. Mais uma vez passei a chupá-lo e ele fez o mesmo comigo. Uau! Que sensação deliciosa aquela boquinha tenra chupando meu caralho duro e maduro! O garoto chupava com ânsia e desejo, repetindo a toda hora como minha pica era gostosa e melhor e maior do que pudera imaginar. Nos chupamos por um tempo longo, até que gozamos um na boca do outro e bebemos nossas porras. Entramos, nos lavamos mais uma vez e deitamos, assistindo a um filme pornô. Infelizmente, não havia filmes gays, apenas heteros. Em uma cena, a mulher sentou-se sobre a rola imensa do homem e o puxou para si. Ficaram abraçados, se beijando, ele a beijando nos seios e no pescoço. Dava pra ver a rolona do cara fodendo a xota da mulher. Carlos, vendo a posição no filme, ficou em pé na cama e sentou-se na minha rola dura e novamente melada. Fizemos a mesma posição do filme. Por mais de uma hora meu pau permaneceu fodendo o cu de Carlos, enquanto nos beijávamos e eu chupava-lhe os mamilos e lambia-lhe o pescoço e as orelhas. Vagarosamente, o rapaz contraía seu cu em meu pau e eu forçava minha rola para dentro de seu cu. Foi realmente uma posição deliciosa que, depois, elegemos como sendo a nossa preferida.
Já tarde e cansados de tanto gozar, tomamos banho, nos vestimos e voltamos para o Rio de Janeiro. Chegamos em minha casa e minha mulher já dormia. Meu filho mais novo aguardava, acordado, na sala, a nossa chegada. Assim que entramos, Carlos correu até meu filho e o abraçou, beijando-lhe a boca. Sorrindo, contou-lhe que havia dado certo. Meu filho, espantado mas feliz, pediu-lhe que contasse tudo. “Vamos lá pro quarto, que eu conto tudo”, disse Carlos. Olhando pra mim, chamou-me a acompanhá-los. Carlos trancou a porta do quarto e contou tudo, tim-tim por tim-tim de como havia acontecido, até das suas fantasias sexuais comigo. À medida que contava, podia-se perceber o pau do meu filho crescer sob o short sem cueca que usava. Carlos, atrevidamente, colocou o próprio pau pra fora da calça e começou a se masturbar enquanto contava a nossa aventura. Meu filho, excitadíssimo, imitou o amigo. Como o meu pau, estava duro dentro da minha calça e vendo a masturbação dos dois, tirei a roupa e fiquei completamente nu na frente deles, também me mesturbando. Olhando para mim fixamente, meu filho ficou de quatro e pediu a Carlos que o enrabasse naquela mesma hora. Carlos levantou-se, passou KY no cu do meu filho e enfiou sua rola com tudo, arrancando do meu filho um surdo grito de dor. Em seguida, passou a meter e retirar o pau do cu do meu filho, repetidamente, enquanto meu filho olhava para mim, com expressão de prazer, mordendo os lábios. Eu, de onde estava, me masturbava furiosamente ao ver meu filho caçula dando o cu para o seu melhor amigo. Não agüentei tanto tesão e levantei-me, enfiando minha rola na boca do meu filho, que não recusou, ao contrário, abocanhou meu pau e chupou com vontade. Vendo meu filho me chupar, Carlos gozou em seu cu, gemendo de prazer. Percebendo seu gozo, esporrei dentro da boca do meu filho. “E eu, não gozo?!”, reclamou meu filho. Carlos e eu nos aproximamos do meu filho a passamos a chupar juntos seu pau, até fazê-lo gozar em nossas caras.Restauradas nossas forças, deixei os dois garotos dormindo em seu quarto e fui deitar-me ao lado de minha mulher, mas sonhando com a próxima sexta-feira em que Carlos, meu filho e eu combinamos ir juntos ao mesmo motel para realizarmos todas as nossas fantasias sexuais.

Ajudando meu irmão

Eu tomei consciência de que era gay quando tinha 15 anos e me senti atraído por um colega de escola, mais velho e maior do que eu. Para minha alegria, conforme cresceu a nossa amizade, descobri que ele também sentia-se atraído por mim. Embora nenhum de nós tivesse aspecto ou trejeitos femininos, não conseguíamos nos relacionar com mulheres, pois nada sentíamos por elas, apesar de sermos continuamente assediados por elas.
Quando meu irmão, cinco anos mais novo do que eu, chegou à adolescência, percebi nele uma certa feminilidade, que era notada por todos. Isso me obrigava a estar sempre ao seu lado, para defendê-lo e impedir que alguém abusasse dele apenas para fazer sexo. Nunca falei com ele sobre homossexualidade nem sobre a minha atração por homens. Mas um dia, fui obrigado a fazê-lo. Eu voltei do cursinho preparatório para o vestibular bem mais cedo do que estava habituado e encontrei meu irmão no meu quarto mexendo numas revistas gays que eu tinha escondido. Fiquei muito bravo com sua intromissão e invasão na minha privacidade. Mais tarde, já calmo, chamei meu irmão e conversamos muito. Ele me disse que também sentia atração por homens e que há muito tempo havia descoberto as minhas revistas, mas que não tinha coragem de falar comigo sobre sexo. Confirmei a ele minha condição gay e, após muita conversa, que nos uniu ainda mais, ele confirmou-me e jurou-me que era completamente virgem. Nem beijo ainda havia dado, pois tinha muita vergonha de se aproximar de qualquer garoto ou garota para experimentar.
Para ajudá-lo, pedi ao meu namorado que ensinasse meu irmão a beijar. Fomos os três para o meu quarto e eu pude presenciar o primeiro beijo do meu irmão. Precisei mandá-lo embora do quarto, pois ele não queria mais parar. Sempre que meu namorado estava em casa, meu irmão aproveitava para se beijarem. Eu ficava um pouco enciumado, mas eram apenas beijos... depois eu tinha o meu namorado todinho para mim.
Aos poucos, meu irmão foi querendo mais. Eu, para protegê-lo do assédio de outros homens, fui concordando com algumas coisas que ele pedia. Primeiro, para poder ver-nos transando. Confesso que não foi fácil para mim, no começo, transar com o meu irmão presente. No começo, ele só olhava. Com o tempo, foi-se masturbando em nossa frente, até que começou a gozar enquanto nos observava. Um dia, enquanto eu estava ajoelhado chupando a deliciosa rola do meu namorado, meu irmão aproximou-se para ver bem de perto e me perguntou se era gostoso. “Uma delícia!”, respondi, voltando imediatamente a chupar. “Deixa eu experimentar um pouco?”, pediu-me ele. No tesão do momento, embora eu tivesse todo o cuidado com meu irmão, parei de chupar e puxei meu irmão pela cabeça até o pau do meu namorado. Ele chupou com vontade, como se fosse experiente. A partir desse dia, ele sempre partilhava o caralho do meu namorado comigo. Mas eu só permitia isso, nada de sexo anal.
Certa noite, em que eu estava deitado de costas na cama e meu namorado estava ajoelhado acima da minha cabeça, fazendo-me chupar seu pau, senti uma boca em meu pau. Uma boca macia e sedosa, quente, me chupando deliciosamente! Precisei de alguns instante para me conscientizar de que era meu irmão quem me chupava. Sempre aprendi que incesto era uma coisa errada e, apesar de estar adorando aquela boca o meu pau, a consciência pesou-me e obrigou-me a fazer meu irmão parar com aquilo. Ordenei-lhe, até bruscamente, que jamais voltasse a fazer aquilo comigo.
Apesar do clima tenso que se criou, aos poucos voltamos a ser os melhores amigos. Ele sempre insistia, em nossas conversas, que poderíamos nos chupar, já ambos éramos amigos e gays, mas eu lhe lembrava sempre que, antes, éramos irmãos.
Depois de se habituar a participar comigo e com meu namorado de sexo oral, meu irmão começou a desejar ser desvirginado. Um dia, ele me disse que gostaria que eu fosse o homem a desvirginá-lo, pois eu sabia foder um cu muito bem, como ele observava com meu namorado. Descartei imediatamente essa hipótese, e também a de ser o meu namorado a fazê-lo. Combinei, então, que ele esperaria até o 18 anos para perder a virgindade de seu cuzinho.
Entrei na faculdade, ele concluiu o segundo grau. Na faculdade, arranjei outro namorado, que me ensinou a curtir saunas gays. Sempre íamos juntos e aquele ambiente de promiscuidade nos excitava. Adorávamos transar na frente dos outros homens, despertando neles muito tesão. Muitos tentavam participar conosco, mas não permitíamos. Esse namorado também deixava meu irmão chupá-lo, mas eu tinha que controlá-los muito bem, pois ele não via problema algum em comer meu irmão ou mesmo em ser eu a fazê-lo.
Lembro que meu irmão fez 18 anos numa sexta-feira. Na tarde seguinte, sábado, meu namorado e eu levamos meu irmão a uma sauna gay que gostávamos muito para que ele conhecesse algum cara e perdesse a virgindade. Compramos, de presente de aniversário, muitas camisinhas e um tubo grande de KY, que embrulhamos para presente e entregamos a ele com um cartão: “Feliz Aniversário! Para você se cuidar e ter muiiiiiiiiito prazer!”
Chegamos à sauna gay por volta das 15h00. Pegamos nossas toalhas, os chinelos e o sabonete e fomos para o vestiário. Logo de cara meu irmão adorou, pois havia alguns homens muito atraentes no vestiário, completamente nus e com seus paus duros, conversando. Quando entramos, fomos o centro das atenções, principalmente devido ao meu irmão, de aparência tão juvenil e delicada. Cochichos foram ouvidos e olhares o despiam. Tiramos nossas roupas, nos enrolamos na toalha – o pau do meu irmão já estava duro e “armava a tenda” na toalha. Meu namorado e eu fomos apresentar a casa ao meu irmão.
No chuveiro, um homem por volta dos 30 anos, alto e com o corpo completamente definido por malhação, mas sem exageros, não tirou os olhos do meu irmão desde que ele entrou. O pau do homem, maior que qualquer um dos nossos três – que não são nada pequenos – deu sinal de vida e de interesse. Ele não parava de olhar para o meu irmão e de lavar o próprio pau duro.
Entramos na sauna e o homem veio atrás. Sentou-se ao lado do meu irmão e esfregava a perna na perna do meu irmão, que estava sentado sobre a toalha com sua rola também dura, demonstrando que a atração sexual era mútua. Era realmente um homem lindo e que chamou tanto a minha atenção quanto a do meu namorado. Ele até falou-me baixo ao ouvido; “Com esse vale a pena perder a virgindade”.
Percebendo que algo pudesse acontecer ali, puxei meu irmão pela mão a fim de levá-lo para outro ambiente, mais reservado. Subimos ao andar superior onde se encontram cabines e salas escuras, além das salas de vídeo, e fomos seguidos pelo belo homem. Ele notou que meu irmão estava acompanhado por nós dois e pareceu gostar da coisa. Entramos em um cabine com um grande cama e ele veio atrás. Mal entrou, fechou a porta atrás de nós três e tirou a toalha, evidenciando sua rola maravilhosa em riste. Arrancou a toalha do meu irmão, puxou contra si e o envolveu num abraço apertado, enquanto enfiava a língua em sua boca, com sofreguidão. Eu e meu namorado, vendo os dois, colocamos as nossas toalhas sobre a cama, deitamos sobre elas e começamos a nos beijar, enquanto nossos paus e corpos se roçavam. Meu namorado chamou-me a atenção para o meu irmão, que estava ajoelhado aos pés do homem, sugando com volúpia o imenso pau. Eu já vira meu irmão chupar meus namorados muitas vezes, mas vê-lo chupando aquele homem estranho causou-me uma excitação enorme. Sentei-me ao lado do homem e fiz meu namorado ajoelhar-se ao lado do meu irmão. E o meu tesão foi-se intensificando ao ver meu namorado chupando-me e meu irmão fazendo a rola enorme daquele homem aparecer e desaparecer em sua boca, à medida que subia e descia por ela.
Não resisti e falei ao ouvido do homem: “Esse garoto aí é meu irmão e ele ainda é virgem!” O cara ficou alucinado com aquilo, tanto pelo fato de sermos irmãos, como por meu irmão ser virgem. Ele colocou meu irmão de quatro na beira da cama e enfiou a cara em sua bunda, lambendo seu cuzinho virgem e enfiando a língua em seu buraquinho. Pedi ao meu namorado para ficar na mesma posição do meu irmão e repetia tudo o que o homem fazia.
Depois de lamber bem o cu do meu irmão e fazê-lo quase gritar de tesão, o homem lambuzou bem seu cu, passando muito KY. Enfiou a camisinha e lubrificou seu mastro volumoso, posicionando a cabeça do pau no buraquinho virgem do meu irmão. Eu e meu namorado paramos o que estávamos fazendo e nos aproximamos, para observar bem o desvirginamento do meu irmão. Enquanto o homem ia enfiando devagar e com muito cuidado, eu e meu namorado massageamos o pescoço e as costas do meu irmão, orientando-o para relaxar, para não contrair o músculo do cu, para deixar a rola entrar com naturalidade. Isso com certeza ajudou muito para que doesse o mínimo possível. Depois que entrou a cabeça, o homem tirou o pau do cu do meu irmão e passou dentro muito mais KY. Aí ele enfiou de novo a rola, que foi entrando devagar, mas firmemente. Quando terminou de meter tudo, o homem soltou um longo suspiro e começou a bombar o pau no meu irmão. Voltei a colocar meu namorado da mesma posição do meu irmão e meti-lhe a rola. Todo movimento que eu via o homem fazer, eu fazia no meu namorado. E eu estava alucinado de tesão por ver meu irmãozinho dando o cu pela primeira vez. Ele gemia e pedia mais e mais para fodê-lo. O homem, olhando para mim, passou a mão em meu ombro, aproximando-me dele. Em seguida, virou seu rosto para mim e me lascou um delicioso e ardente beijo de língua. O tesão foi aumentando mais e mais. O homem então pediu-me para comer meu namorado. Concordei. Saí de dentro dele e o homem largou meu irmão. Mau tirando o pau do cu do meu irmão, o homem meteu com tudo no meu namorado, fazendo-o urrar, pois seu pau era maior do que o meu. Olhando-me, o homem ordenou. “Fode o garoto!” Não pensei em nada, nem que era meu irmão, nem que era incesto, nem que eu havia negado isso por anos. Simplesmente, como se estivesse hipnotizado, meti meu pau com tudo no cu do meu irmão e comecei a bombar intensa e ritmadamente. Meu irmão, alucinado de desejo, dizia-me as maiores pornografias, mandando-me fodê-lo mais e mais e gozar em seu cu, já que eu estava sem camisinha. Não agüentei tudo aquilo e gozei abundantemente dentro do cu recém-desvirginado do meu irmão. O homem tirou o pau do cu do meu namorado, retirou rapidamente a camisinha e esporrou nas costas do meu irmão. Em seguida, agarrou-me e beijou-me com a mesma violência de antes. Meu namorado e meu irmão, vendo-nos agarrados, atracaram-se num 69 e gozaram um na boca do outro.
Fomos os quatro tomar banho. O homem, em seguida, partiu, deixando-nos a sós. Extenuados, fomos para uma sala de estar cheia de sofás, onde os casais ficam namorando. Meu namorado deixou-se cair sobre uma grande poltrona, eu sentei-me no canto de um grande sofá e meu irmão deitou-se nesse mesmo sofá, com a cabeça sobre as minhas pernas. Começamos a conversar e quisemos saber se ele havia gostado da experiência. Claro que, com um homem daqueles, havia sido ótimo. Por fim, ele contou-me que o melhor de tudo havia sido quando eu o comera e gozara dentro dele. Tudo o que ele desejava há anos era aquilo. Expliquei que não achava correto, pelo fato de sermos irmãos, mas que agora já havia acontecido e, tive que reconhecer: eu também adorara fodê-lo. Nisso, nossos paus estava duros de novo. Meu irmão olhou-me nos olhos, virou-se e começou a chupar meu pau. Não impus nenhum tipo de resistência. Meu namorado, sentando-se no lado oposto do sofá, curvou-se sobre meu irmão e abocanhou seu pau.
Ficamos os três nos curtindo por longas horas e continuamos em casa. E combinamos que todos os sábados à tarde estaremos na sauna para satisfazer os nossos desejos e despertar o tesão nos homens que nos observam.

Uma nova relaão entre pai e filho

Meus pais nunca me esconderam que meu pai era homossexual. Minha mãe, quando se casou, sabia que meu pai gostava de homem e tentou fazê-lo viver a vida de heterossexual. Ele, por sua vez, também tentou interessar-se por mulher, em particular por minha mãe, por quem sempre se mostrou apaixonado. Porém, o amor que unia os dois espíritos não correspondia ao nível físico. Dois anos após o meu nascimento, ambos concordaram que a separação era necessária para que continuassem a se querer bem. Toda a minha vida testemunhei o carinho de um pelo outro; infelizmente, o corpo do meu pai atraia-se pelo mesmo sexo.
Cresci sabendo que meu pai era gay e achava normal. Quando eu já era adolescente, quando saía com ele, papai começou a se soltar mais comigo, mexendo com rapazes na minha frente. Confesso que, a princípio, mesmo sabendo de sua condição homossexual, fiquei meio chocado e até bravo por dentro pela sua “cara de pau”, como o definia em meus pensamentos. Mas aos poucos fui-me acostumando e, com o tempo, passei a achar graça e até a mostrar a ele homens bonitos que passavam, sabendo exatamente os tipos que o agradavam.
Não sei se foi influência disso ou por algo mais profundo em mim, eu também comecei a sentir atração pela beleza masculina e a desejar uma relação com outro homem. Sei que demorou muito para me definir, tentando arranjar namorada e me interessar por mulher. Quando percebi que minha atração era predominantemente, para não dizer exclusivamente, por homens, contei isso primeiro à minha mãe, que me compreendeu e apoiou inteiramente e, depois, a meu pai que, surpreendentemente ficou chocado e até bravo. Precisei conversar muito com ele para convencê-lo de que eu não estava forçando situação alguma para me assemelhar a ele. Agora, ao sair, ele sempre me apontava garotas bonitas passando pelas ruas e até me apresentava algumas. Quando papai aceitou que eu era, de fato gay, nosso relacionamento voltou ao que era antes e ficávamos mostrando um ao outro os belos espécimes de homens que avistávamos e juntos mexendo com eles.
A primeira vez que saímos a quatro para jantarmos – ele, eu e nossos respectivos namorados -, ficamos meio constrangidos um com o outro. No apartamento de papai, para onde fomos juntos, não tínhamos muita coragem de expressar nossos carinhos e desejos para com nossos companheiros. E foram eles que quebraram o clima constrangedor, nos abraçando e beijando. Depois que superamos essa fase, fomos ficando cada vez mais cúmplices. Como estávamos sempre juntos com nossos namorados e nos esfregando na frente um do outro, um dia aconteceu o que pareceu inevitável. Enquanto nos beijávamos e nos esfregávamos com nossos namorados, o companheiro de papai começou a chupá-lo em nossa frente. Foi o meu namorado que viu primeiro e me mostrou. O clima de tesão ficou tão grande, que meu namorado e eu fomos tirando nossas roupas e passamos a nos chupar num delicioso 69. Eu, a todo instante, olhava para meu pai e seu namorado, que também ficaram nus. Papai ficou de quatro, encostando o corpo em uma banqueta que ficava no meio da sala, de modo que olhava diretamente para nós enquanto seu namorado, por trás, o comia. Peguei algumas almofadas e empilhei-as encostadas na banqueta de papai e, posicionei-me de quatro em frente a ele, deixando meu namorado me penetrar. Eu e meu pai, frente e a frente, olhando-nos e sorrindo, nos abraçamos, enquanto éramos fodidos pelos nossos companheiros.
Depois desse dia, todas as vezes que estávamos os quatro juntos, terminávamos transando juntos, porém cada um com seu respectivo namorado. Por mais que o desejo pedisse, nunca trocamos de parceiros ou fizemos sexo os quatro entre si, isso pelo simples fato de estar ali pai e filho.
Há poucas semanas atrás, estando dormindo na casa e na cama do meu pai, tive um sonho erótico e acordei excitadíssimo. Não conseguia dormir e nem fazer com que meu pau abaixasse. Fiquei me mexendo na cama, de um lado para outro, até que meus movimentos acordaram meu pai, que acendeu a luz para saber o que estava acontecendo e se eu estava doente. “Caralho!”, disse eu, “Acordei de pau duro e não consigo dormir. Tô muito excitado!”. Meu pai me disse: “Bate uma punheta e goza logo que abaixa”. Eu, mexendo no meu pau, sabia que não era tão fácil. Falei, então: “Acho que não vai resolver. Eu sonhei que estava comendo um cuzinho tão gostoso que a imagem não sai da minha cabeça”. Papai olhou-me admirado. “Você não vai querer sair agora pra procurar alguém para comer, vai?”. “Claro que não!”, respondi. “Então se masturba de uma vez e volta a dormir, que amanhã temos que trabalhar”. Dizendo isso, papai virou-se de costas para mim, mostrando-me sua bunda lisa e musculosa. “Puta que o pariu, pai! Com o tesão que eu estou você fica me mostrando essa sua bunda... assim eu não agüento!”. Sem se virar, meu pai falou: “Qual é, garoto, agora vai ficar de olho na bunda do seu pai?! Cria vergonha na cara!”, e riu. Super excitado, eu inclinei-me um pouco para o lado do meu pai, segurando minha rola já toda melada com uma mão e alisando sua bunda com a outra. Fechei meus olhos e gemi, dizendo baixinho: “Ai, que delícia de bunda!”. Meu pai, sem se mexer, só exclamou: “Garoto...!” Ainda de olhos fechados, dominado pelo desejo e esquecendo que era meu pai quem estava ao lado, comecei a mexer com o dedo em seu cuzinho. Papai permaneceu em silêncio por alguns instantes, dizendo depois: “Garoto, você tá me deixando de pau duro!” Aquilo me deixou alucinado. Arfando, pedi a ele: “Deixa eu colocar só a cabecinha?!” Nem esperei resposta. Ajeitei-me sobre meu pai e encaixei a cabeça da minha rola em seu cu. Papai gemeu e ajeitou-se melhor na cama, deitando de costas para mim. Ai, que delícia sentir minha vara duríssima com a cabeça dentro do cu do meu pai. Fiquei um tempo ali, pondo e tirando... ambos gemíamos de prazer e dizíamos algumas obscenidades. Papai remexia-se debaixo de mim, correspondendo às minhas leves remetidas. Não agüentando mais, num momento em que ele elevou a bunda na minha direção eu disse: “Só a cabecinha o caralho!” e meti todo o meu pau dentro do meu pai, que soltou um longo suspiro de prazer. Passei a meter no meu pai com toda a força e ele a rebolar, consentindo em ser fodido pelo filho. Encostando minha cabeça na dele, nossas bocas se procuraram e nossas línguas se cruzaram, numa tentativa de beijo profundo.
“Agora que já passamos do limite entre pai e filho, quero fazer com você tudo o que dois homens fazem na cama”. Dizendo isso, papai saiu de baixo de mim e sentou-se na cabeceira da cama, mostrando-me sua rola linda toda melada. “Vem, filhão, mostra que você sabe chupar um caralho bem gostoso!”. Não precisei ouvir seu pedido duas vezes. Caí de boca na rola do meu pai que tantas vezes havia visto seu namorado chupar e que eu nunca consentira em desejar por ser o pau do meu pai, mas que no fundo eu cobiçava. Que vara deliciosa! Um pouco maior que a minha, super dura e grossa. Enquanto eu chupava papai, ele me alisava os cabelos, carinhosamente. “Desde que eu te vi transando com seu namorado eu desejei tê-lo assim, meu filho!”. Com meu pai ainda sentado na cabeceira da cama, levantei-me à sua frente e apontei meu pau em direção à sua cara. Ele imediatamente aproximou a boca e começou a me chupar gulosamente. Realmente, eu confirmara o que já havia comentado com meu namorado: meu pai sabia chupar como ninguém. Não sei como ele conseguia, mas engolia meus 21 cm até o final, sem engasgar. Comecei a foder sua boca quente e macia, como se fosse um cu, retirando e enfiando tudo até o fim... nunca havia feito algo semelhante.
Já estava quase gozando na boca de papai, quando tirei meu pau de sua boca, para evitar a ejaculação. Comecei a abaixar e encaixei meu cu no pau de papai, que estava completamente melado, escorrendo a baba do seu tesão. Sem parar, fui descendo até que os 22 cm de seu caralho alojaram-se dentro do meu cu. Papai abraçou-me e nós nos beijamos. Ficamos nessa posição por muito tempo, nos acariciando, ele me punhetando delicadamente, eu subindo e descendo suavemente pelo seu pau. Quando o despertador tocou, indicando a hora de levantarmos para irmos trabalhar, comecei a cavalgar papai mais intensamente, enquanto ele também elevava seu pau na minha direção em movimento ritmado e meu masturbava com as duas mãos. Meu pai jogou a cabeça para trás e soltou um gemido longo de prazer, parando de se movimentar em meu cu, mas continuando a me masturbar freneticamente. Senti sua rola dentro de mim pulsar repetidamente, inundando-me de porra. Fiquei tão excitado sentindo papai gozar dentro de mim, que comecei a gozar em nossos peitos abundantemente, fazendo minha porra escorrer em nós desde nossos rostos até nossos paus. Ainda abraçados e esporrados, nos beijamos e ficamos nessa posição até recuperarmos as nossas respirações normais. E assim iniciou-se uma nova relação entre nós dois, que produziu muitos momentos de prazer a dois... e também a quatro. Mas essas são novas histórias... Alguém quer conhecê-las?!

Assistindo um filme com papai

Eu tinha 14anos e estava pela primeira vez vendo um filme pornô junto com um vizinho meu de 16 anos, colega da escola. Ele que havia trazido. Estávamos nus no meu quarto, batendo punheta, cada um num canto.
Em casa, meu pai não deixa chave nas portas, assim, só dá para encostar. Como de tarde não tem ninguém em casa, já que meus pais trabalham fora, ficamos lá tranqüilos.
Porém, justamente nesse dia, meu pai veio cedo para casa. Despreocupado, nem o ouvi entrar. Quando menos a gente esperava, ele abriu a porta do quarto. Foi o maior susto! Meu vizinho e eu cobrimos nossos paus com as mãos e ficamos morrendo de medo e de vergonha. Meu pai demorou um pouco a entender o que realmente estava acontecendo. Depois que ele viu que era um file de sexo hetero e que cada um estava num canto, ele ficou calmo. Até conversou com a gente que aquilo que estávamos fazendo era normal na nossa idade e que ele fazia a mesma coisa com alguns amigos dele quando tinha a nossa idade, mas era com revista, pois ainda não havia vídeo nem DVD. No fim, ele saiu e disse para continuarmos a nos divertir com o filme... e brincou que qualquer dia ele ia participar com a gente, lembrando o seu tempo de jovem. Acabamos rindo de tudo e voltamos a ver o filme, agora calmos, porque meu pai sabia e tinha deixado.
Cerca de duas semanas depois, eu estava saindo da escola e meu pai estava na porta, esperando-me no carro. Fui em sua direção e ele perguntou pelo meu amigo, que logo apareceu. Meu pai o chamou e disse que tinha uma surpresa para nós. Entramos no carro e fomos para casa. A surpresa era um filme pornô que ele havia comprado para nós e que o dono da loja dissera ser um dos melhores. Fomos para o meu quarto e colocamos o filme.
Meu pai foi logo tirando a roupa e ficou só de cueca, dizendo para nós ficarmos à vontade, até pelados se quiséssemos, como estávamos naquele dia em que ele nos surpreendeu. Meio sem graça, meu amigo e eu ficamos de cueca também. Começou o filme e era muito bom mesmo. Na hora da transa, meu pai começou a alisar seu pau por cima da cueca. Dava pra ver que estava super duro. Com o rabo do olho, eu olhava para o pau dele, curioso, porque nunca tinha visto meu pai excitado. Meu colega também, a todo instante, olhava disfarçadamente para a rola de meu pai.
Quando a mulher no filme começou a chupar a pica do cara, meu pai ficou doido e falava, arfando, que aquilo era uma delícia, que nada como uma boca quentinha chupando a rola dele... e ficou com tanto tesão que tirou a cueca e ficou batendo punheta na nossa frente.
Comparado aos nossos paus adolescentes, o pau de papai era imenso. Não dava para não olhar. Nunca eu ou meu amigo havíamos visto um pau de adulto ao vivo, ainda mais grande e duro daquele jeito. Meu colega tirou a cueca e começou a bater punheta com vontade; e eu acabei fazendo a mesma coisa. E a gente olhando ora para o filme e ora para o pau do meu pai. Ele percebeu nossas olhadas e perguntou-nos porque olhávamos tanto. Ficamos sem garça, mas meu amigo respondeu que era curiosidade... a primeira vez que víamos um pau daqueles. Pela voz, dava para perceber que meu pai estava super-excitado. Aí ele perguntou se meu amigo não queria ver o pau dele de perto, para matar logo a curiosidade. No filme, a mulher continuava a chupar a rola do cara com vontade e meu pai gemia, dizendo: “Chupa, filha da puta, mostra que você gosta da fruta”.
Acho que foi a tesão do momento, porque meu amigo, que sempre gostou de garotas, chegou perto do meu pai e ficou olhando para o seu pau, enquanto se punhetava com vontade. “pod pegar nele se quiser”, disse meu pai a ele, e olhando para mim, disse: “Pode chegar mais perto para ver, se você está curioso. Aproveita a chance”. Meu colega pegou no pau do meu pai e ficou mexendo nele, dizendo: “Nossa, que grande! Como é duro!” Fiquei olhando aquela cena e batendo punheta ao lado deles. “Pega também!”, disse-me meu amigo. E meu pai falou: “Se quiser, pode segurar também”. Não resisti à tesão e peguei no pau do meu pai. Realmente era muito grande, cheio de veias e estava superduro. Parecia de pedra. Meu pai, sentindo nossas mãos na sua rola e vendo o filme com a mulher chupando o cara, falou para o meu colega: “Você não quer sentir o sabor do meu pau?” Meu amigo nem respondeu. “Vai, aproveita a chance. Põe ele na boca um pouquinho. Ninguém vai ficar sabendo”. Louco de tesão, sem raciocinar que aquele era meu pai e que a gente gostava de garotas, eu fiz sinal ao meu amigo , que olhava para mim, para que colocasse a rola do meu pai na boca. Foi a deixa que ele precisava. Abaixou a cabeça em direção à pica do meu pai e abocanhou com vontade. Meu pai quase urrou de tesão... Meu amigo chupava como se não fosse a primeira vez, ma era.
“É gostoso?”, perguntei eu, arfando e cheio de curiosidade e desejo. Meu amigo falou: “Chupa também. É uma delícia!”. Olhei para o meu pai e ele, alucinado pelo tesão, colocou a mão atrás da minha cabeça e a puxou em direção ao seu pau. Comecei a chupar a pica do meu pai... Que delícia! Nunca havia sentido tanto prazer! Eu segurei o pau dele com a mão e comecei a subir e a descer a minha boca naquele nervo enorme e duro. Meu pai gemia e mandava-me chupar mais e mais.
Meu pai falou que nunca uma mulher o havia chupado tão gostoso como nós. Meu amigo pediu para chupar mais um pouco. E fomos revezando a chupada naquela tora de carne, ora um chupando a rola e o outro as bocas, ora trocando de posição. A respiração do meu pai foi ficando mais forte e rápida, e ele pedindo: “Chupa... chupa... chupa mais... tesão...”. Até que esporrou na nossa cara e na nossa boca com tanta força que voou esperma alto, caindo em nosso cabelo e até em nossas costas. Quando ele acabou de gozar, mandou que nós gozássemos também, enquanto ele se refazia, largado em minha cama. Sem pensarmos muito, eu e meu amigo rolamos para o chão e fizemos um 69 delicioso, que acabou em porra de um na boca do outro. Caímos um para cada lado e ficamos assim um bom tempo, recuperando a respiração e sem saber muito bem o que fazer. Aquilo parecia loucura! Mas só percebíamos essa loucura agora que o tesão tinha passado. Chupar o próprio pai...! Chupar o amigo...! Gozar na boca e beber porra...!
Meu pai levantou-se, já recuperado, mas ainda de pau duro, e nos chamou: “Vamos tomar banho para limpar toda essa porra”. Levantamos e fomos atrás dele. Era a primeira vez em muitos anos que eu tomava banho com meu pai. Só fazíamos isso quando eu era bem pequeno. Meu pai começou a se ensaboar; em seguida, colocou meu amigo debaixo do chuveiro e ensaboou seu corpo, tirando toda a porra, lavando-lhe bem o pau. Fez o mesmo comigo, passando a mão em todas as partes do meu corpo. O pau de papai continuava duro e os nossos haviam endurecido também. Aí papai falou: “Vocês estão com uns corpinhos deliciosos... Olha só essas bundinhas...!” E começou a passar a mão na bunda do meu amigo. “Vê se você gosta disso tanto quanto de chupar uma rola”. Dizendo isso, meu pai começou a esfregar seu pau na bunda do meu vizinho, bem no reguinho dele. Meu amigo começou a gemer e abriu as pernas. “Safado!... Você está querendo é levar pau no cu”. E papai foi esfregando seu pau no cu do meu colega, mais e mais. Eu olhava aquilo e batia punheta, percebendo que logo meu pai ia foder o cu do meu amigo. Papai passou um pouco de condicionador de cabelo no cu do meu amigo e começou a enfiar o dedo, pondo e tirando. Meu amigo encostou-se na parede do box do chuveiro e levantou um pouco mais a bunda, deixando-a bem aberta. “Isso, viadinho, mostra seu cuzinho pro papai aqui!” Meu pai segurou a rola na mão e apontou para o cu do meu amigo; foi enfiando devagar, pondo e tirando para que o cu pudesse se acostumar. Eu me abaixei e fiquei olhando de perto o pau do meu pai comer o cu virgem do meu melhor amigo. Não sei qual de nós três gemíamos mais de tesão. Quando o pau de meu pai entrou tudo, ele segurou meu amigo pela cintura e foi metendo gostoso. Ajoelhado ali do lado, eu via aquela vara de carne sair toda de dentro e entrar de uma vez só... repetidamente.
Meu pau estava duro e todo babado. Eu queira experimentar aquilo também. Criei coragem, fui atrás do meu pai e enfiei a língua em seu cu, igual eu tinha visto num filme. Ele, ao sentir minha língua em seu cu, urrou de prazer e mandou-me continuar. Depois de chupar o cu do meu pai e enfiar a língua dentro, peguei um pouco do condicionador de cabelo e passei em seu cu. Levantei, encaixei meu pau lambuzado na entrada dele e meti de uma vez só. Papai gritou de prazer e começou a se mexer mais rápido ainda, fodendo o cu do meu amigo. Não agüentei muito tempo e gozei dentro do cu de papai. Senti que saiu muita porra do meu pau. Meu pai continuou gemendo e falando muita sacanagem para nós. Bati uma punheta para ele e o fiz gozar logo em seguida.
Terminamos o nosso banho e fomos nos vestir. O engraçado é que, depois que passou tudo isso e estávamos sentados na sala, pintou um clima estranho, meio constrangido. Não tínhamos assunto. Meu amigo levantou-se e foi embora; e eu voltei para a sala, para ver televisão. Apesar de ter adorado a nossa transa, nunca comentamos o assunto entre nós, nem transamos mais. Foi coisa de momento... mas deixou saudade em mim. Assim, de vez em quando, pego-me masturbando-me, lembrando de tudo. Será que eles também?

Eu, meu irmão e meu primo

Quando meu irmão e eu chegamos na adolescência - ele é um ano mais velho do que eu -, tínhamos muitas curiosidades a respeito de sexo. Um primo meu, com 17 anos e bem desenvolvido de corpo, percebendo nossa curiosidade a respeito de tudo, um dia nos chamou ao seu quarto, dizendo que queria mostrar uma cobra enorme que ele tinha guardada. Meu irmão e eu fomos logo ver aquela cobra. Meu primo trancou a porta do quarto, abaixou a calça e a cueca e nos mostrou seu pau enorme e duro para nós. Era a primeira vez que víamos um pau ereto. No clube, víamos muitos homens pelados no vestiário e no banho, mas seus paus estavam sempre moles. Ficamos ao mesmo tempo sem graça e admirados com o tamanho do pau dele, que mais tarde, confirmamos estar próximo dos 23 cm. Ele mostrou, riu e guardou logo.
Todas as vezes que ele podia, ele mostrava o pau para nós. E, com o tempo, nós também pedíamos a ele que mostrasse para nós. Meu irmão e eu comentávamos como aquilo era grande e se os nossos, que estavam já crescendo, ficariam daquele tamanho todo. Depois de um tempo nos mostrando a rola dura, ele nos pediu para tocar nele, sentir como era quente e duro. Hesitamos um pouco, mas acabamos pegando no pau do primo. Não demorou e um dia ele pediu que nós chupássemos seu pau. Não sabíamos o que fazer e onde colocar a cara de vergonha, achando que ele estivesse brincando. Aí, o primo puxou uma revista e mostrou um homem e uma mulher chupando a pica de outro cara. Depois de muita insistência, meu irmão tomou coragem e abocanhou a rola do primo. Vendo aquilo, quis fazer também e me ajoelhei ao lado do meu irmão e comecei a chupar. Que delícia! Como podia ser tão gostoso chupar uma rola?! Não demorou muito e meu primo gozou em nossas caras e bocas. Limpamos a sujeira rapidamente e fingimos que não tinha acontecido nada. Depois dessa vez, nós 3 fazíamos de tudo para ficarmos sozinho. Era sempre rápido, para ninguém pegar a gente. O primo geralmente só punha o pau pra fora e nós dois, de joelhos e com roupa, chupávamos aquela vara alucinante.
Certa vez, durante as férias, estávamos os 3 na praia com nossos pais. Era comum todos irmos à praia cedo e só sairmos para almoçar depois das 15h00. Meu primo, meu irmão e eu, logo depois do meio dia, resolvemos voltar antes para o apartamento, alegando que estávamos cansados. Como meu primo, que já tinha 18 anos nessa época, ia acompanhar meu irmão e eu (com 15 e 13 anos), nossos pais ficaram tranqüilos e disseram que só voltariam depois das três da tarde e, se sentíssemos muita fome, comêssemos um lanche para enganar o estômago. Chegamos no apartamento e fomos tomar banho juntos. Era a primeira vez que ficávamos os 3 pelados para brincar. Nos lavamos rapidamente para tirar a areia e o sal do corpo. Meu primo sentou-se no vaso sanitário, estendeu e abriu suas pernas e disse-nos para fazermos o nosso “trabalho”. Imediatamente, nos ajoelhamos pelados, eu e meu irmão, um ao lado do outro, e começamos a lamber e a chupar nossa rola predileta. O tesão foi ficando mais intenso, por estarmos com mais tempo para nossa brincadeira e por estarmos nus. Meu irmão e eu continuamos a chupar juntos a rola do primo, cada um punhetando o próprio pau, que começou a babar de tesão. Num determinado instante, senti mais intensamente o contato do corpo do meu irmão contra o meu e, no auge do tesão, gostei daquele contato. Ele, aos poucos, foi se encostando mais e mais, colocando seu corpo sobre o meu, sem que o primo percebesse, pois tinha fechado os olhos para curtir mais a dupla mamada que estava recebendo. Eu, por minha vez, fui ajeitando meu corpo embaixo do dele. Pude sentir seu pau duro roçando minha perna e, depois, minha bunda. Instintivamente, abri minha bunda e seu pau ajeitou-se ali. Todo molhado de tesão, o pau do meu irmão parou bem na entrada do meu cu virgem. Dei uma rebolada e senti que ele entrou um pouquinho, ajudado pela lubrificação natural de seu pau. Meu irmão e eu chupávamos cada vez com mais gula o caralho do primo, fazendo-o soltar gemidos de prazer. Meu irmão foi forçando a entrada de seu pau no meu cu, de forma ritmada, pondo e tirando devagar. Eu rebolava cada vez mais e ele entrando. Quando entrou tudo, ele deu umas 4 ou 5 estocadas, saindo e entrando dentro de mim, e acabou gozando.... Foi a primeira esporrada que eu recebi dentro do cu, já que na boca meu primo gozava sempre. Quando gozou, meu irmão soltou um suspiro tão grande que meu primo abriu os olhos e viu-o sobre mim, a cabeça encostada nas minhas costas e todo suado.
Meu primo disse: “Seus sacanas, estão se comendo e não me falaram nada. Agora eu quero experimentar também”. Dizendo isso, levantou-se, veio por trás de mim e meteu seu caralho no meu cu. Embora o pau dele fosse bem maior que o do meu irmão, devido à porra que estava dentro de mim, me lubrificando, e ao pau do meu irmão ter relaxado minhas preguinhas, o enorme pau do meu irmão entrou sem muita dor e rapidamente. E depois de algumas estocadas deliciosas, ele também esporrou dentro do meu cu.
Nunca mais meu irmão me comeu, mas meu primo come nós dois todas as semanas e acabou dando pra nós também, principalmente porque ele é o único entre nós que pode ficar no meio, chupando e sendo enrabado, sem que aconteça incesto. O máximo que acontece entre meu irmão e eu é nossas línguas e bocas se encontrarem um pouco na rola do meu primo, ou um experimentar um pouco a porra do outro, quando lambemos nossas esporradas no peito e na barriga do meu primo.

Uma família na praia de nudismo

Preciso confessar, antes de mais nada, que nunca em minha vida tive tendência homossexual. Sou casado há 24 anos com uma mulher maravilhosa e tenho 2 filhos homens - o mais velho com 23 anos e o mais novo com 19 - os quais jamais olhei com olhos de desejos, apenas com amor e orgulho paterno. A história que vou contar deu-se em janeiro passado, durante as férias e desde então o que aconteceu não sai da minha cabeça e me faz me masturbar todos os dias.
Meu irmão mais novo alugou uma casa no Balneário de Camboriú, em Santa Catarina, onde passou todas as festas de final de ano com sua esposa e seu filho. Em janeiro, minha esposa, meus 2 filhos e eu nos juntamos a eles.
Na segunda semana em que estávamos juntos, meu irmão chamou meus filhos e a mim e perguntou se queríamos conhecer uma praia de nudismo. Ficamos meio em dúvida, mas acabamos concordando, desde que as mulheres não fossem, pois os filhos disseram que não iam ficar pelados na frente delas nem queriam vê-las nuas.
Entramos os 4 no carro mais o meu sobrinho de quase 17 anos. A praia em que meu irmão nos levou chama-se Praia do Pinho. Depois de hesitar um pouco, eu fui o primeiro a tirar o calção, jogar dentro do porta mala do carro e entrar na praia. Os 4 me seguiram imediatamente. Aquilo pareceu a coisa mais natural do mundo... andar pelado no meio de várias pessoas, inclusive mulheres e crianças.
Ficamos sentados na areia, conversando por um bom tempo, curtindo a vida “ao natural”. Fui nadar junto com meu sobrinho e meu irmão chamou meus filhos para andar um pouco.
Após uns 20 minutos, meu sobrinho e eu saímos da água e procuramos os 3 com os olhos, mas não achamos. Aí o garoto propôs que fôssemos na direção em que eles caminharam para encontrá-los. Caminhamos até o final da praia, numas pedras, mas não os vimos. Meu sobrinho mostrou um caminho em que entravam e saíam vários homens e disse que eles deviam ter ido para lá. E entramos juntos no meio do mato, passando por uma espécie de riacho. O mato ia ficando cada vez mais denso. Comecei a notar que os homens, lá dentro da mata, iam entrando no mato mais fechado e a maioria estava de pau duro. Achei melhor ir embora, mas meu sobrinho continuou a andar e a me chamar. Em alguns pontos fiquei escandalizado, pois via homens se beijando, se chupando e se comendo. Por mais que insistisse, meu sobrinho não queria sair. Vi que seu pau também estava duro e ele me disse que aquilo era comum naquele lugar. Depois de andar um bom pedaço, o garoto parou atrás de uma árvore e apontou, falando baixinho, quase sussurrando. “Achei. Lá estão eles”.
O que eu vi quase me fez cair pra trás. Meu irmão estava em pé, curvado para frente, sendo enrabado pelo meu filho mais novo e chupando o pau do meu filho mais velho. Minha cabeça pirou naquele momento, mas eu não conseguia sair dali. A cena estava como que me hipnotizando. Olhei assustado pro meu sobrinho e o vi com o pau na mão, batendo uma punheta e vendo seu pai ser comido com uma rola na boca. Mil idéias me passaram pela cabeça naquele momento. Pensei que nunca imaginara que meu irmão - casado e com um lindo filho - pudesse ser viado. E, de certa forma, me tranqüilizei com meus filhos, pois eles estavam na posição ativa. Provavelmente meu irmão os seduzira, mas eles eram machos como eu. Em determinado momento, meu irmão se ergueu, com a pica do meu filho mais novo ainda entrando e saindo de seu cu, e puxou meu filho mais velho para junto de si. E começou a beijá-lo. Virava o rosto para trás e recebia a língua do outro filho na boca. E assim, ia intercalando os beijos.... até que as 3 bocas foram se encontrando e as 3 línguas se tocando, inclusive a de um filho meu com o outro. De repente, meu filho mais velho se abaixou e abocanhou a rola dura do meu irmão... E aquilo, ao invés de me deixar horrorizado, foi me deixando com tesão. Olhei pro meu pau e ele estava duraço e babando de tesão. Meu sobrinho, ao meu lado, se masturbando, olhava pros 3 transando e de rabo de olho pro meu pau duro. Segurei na minha rola e comecei a bater uma punheta também.
Quando meu irmão mudou de posição e meteu sua rola no meu filho mais velho e este mamou a pica do próprio irmão, fiquei doido de tesão misturado com uma certa indignação. Olhei pro meu sobrinho e passei a mão na sua bundinha lisa. Não precisei fazer mais nada. Ele caiu de boca na minha rola e me chupou como nunca eu havia sido chupado na vida por minha mulher. Quando meu pau estava quase estourando na sua boquinha, ele se inclinou sobre uma árvore, olhando a foda de seu pai com seus primos e empinou a bunda para mim. Meu pau, duro e lambuzado, entrou naquele cuzinho novo como se estivesse entrando numa buceta.... O garoto parecia já ter muita experiência, pois se movimentava dirigindo a penetração num entra e sai de quem sabia bem o que fazia.
Eu alternava o olhar para o meu pau entrando e saindo do cu do meu sobrinho e para a foda do meu irmão com meus filhos. Senti muita vontade de ir ao encontro deles e participar de uma foda familiar a 5, mas me faltou coragem. Me inclinei sobre o meu sobrinho e lambi sua nuca, mordisquei sua orelha e nossas bocas se encontraram numa chupação de línguas deliciosa. Com uma das mãos eu o puxava para mim e com a outra eu batia uma punheta nele... a primeira vez que segurava o pau de outro homem. E o pau do meu sobrinho não era tão pequeno assim.... Adorei aquele contato.
Fui sentindo a respiração do garoto ficar mais intensa e seu pau endurecer ainda mais. Eu ergui os nossos corpos, coloquei minha cabeça por cima do seu ombro, de forma a poder ver seu pau; e, de repente, ele gozou abundantemente, jorrando porra sobre a árvore à sua frente e sobre o chão, lambuzando também minha mão. Eu não agüentei ver o garoto gozar e acabei esporrando com vontade dentro do seu cuzinho, fazendo-o rebolar ainda mais, enquanto me dizia baixinho: “Isso, tio, goza no meu cu.... enche ele de porra quentinha.... continua a meter e a tirar seu pau de dentro de mim...” E realmente, senti uma sensação maravilhosa ao gozar e sentir meu pau ainda mais lubrificado entrar e sair de dentro do cu do meu sobrinho.... Saímos de lá e voltamos pra praia. Entramos no mar e nos lavamos. Comecei a sentir um certo peso na consciência por tudo o que havia acontecido e feito. Ainda não havia falado nada com meu sobrinho. Estávamos constrangidos um com o outro. Ainda dentro da água, falei para ele que devíamos esquecer o que havia acontecido e não falar daquilo pra ninguém. Ele se aproximou de mim, me abraçou cruzando as pernas sobre meu corpo e segurando em meu pescoço, como fazia desde que era pequeno, sempre que entrávamos no mar ou na piscina. E me disse: “Esquecer eu não vou nuca, tio, porque foi a primeira vez que eu transei com um homem; adorei ficar com você. Mas esse vai ser nosso segredo... por enquanto”. E dizendo isso, me deu um leve beijo na boca. Senti meu pau endurecer de novo na mesma hora. Soltei meu sobrinho, e sai de perto dele, nadando até meu pau abaixar.
Depois de uma meia hora, apareceram meu irmão e meus filhos, correndo, falando e rindo muito. Fingi que não tinha visto nada e falei pra eles: “Puxa, como vocês demoraram? Onde se meteram?” Meu filho mais novo foi quem respondeu primeiro: “A gente tava por ai, fazendo umas descobertas muito legais!” E os 3 começaram a rir. “E o que vocês descobriram de legal?”, perguntei. “Depois a gente fala”, respondeu meu irmão. E chamou meus filhos para entrar no mar. Os 3 correram para a água e mergulharam de cabeça. Levantei, dei a mão pro meu sobrinho e corremos também para o mar. Lá, os 5 ficamos como crianças brincando, rindo, falando alto, jogando água um no outro. Ontem, meu irmão me ligou e disse que alugou um apartamento em Santos para o próximo final de semana e que comprou duas excursões para Minas Gerais para as nossas esposas, no mesmo final de semana, para que os 5 homens da família pudessem ficar a vontade. Perguntei a ele o porque daquilo e ele me disse que o filho dele havia contado aos meus filhos o que havia acontecido na praia de nudismo, e eles lhe contaram. Agora nós precisávamos nos encontrar para decidir qual dos nossos filhos tem o cuzinho mais gostoso... ou qual dos pais... E dizendo isso, deu uma gargalhada bem sacana.

Uma família só de homens

Desde pequeno me acostumei a viver com meu pai e seu namorado na mesma casa. Eu tinha 4 anos quando minha mãe morreu e então meu pai, viúvo com apenas 28 anos, passou a morar com o Luís, na época um rapazinho loiro de 17 anos, filho de uma prima distante de mamãe. Eles jamais esconderam de mim o tipo de relação que tinham, mesmo quando eu não podia compreender o que significava. Papai constantemente conversava comigo sobre sua relação com o Luís, me explicando o que era possível à minha idade, para que eu compreendesse e aceitasse o amor dos dois sem preconceitos.
Na minha frente, ambos trocavam carinhos, beijos e abraços, mas nunca passou disso. Como éramos todos homens vivendo na mesma casa, era comum ficarmos nus, tomarmos banho juntos e dormir na mesma cama. Às vezes me pediam que eu fosse dormir no meu quarto para que pudessem ficar a sós.
Assim, fui aprendendo que havia momentos especiais entre eles, dos quais eu não poderia participar. Mesmo nessas ocasiões, eu acordava no dia seguinte na cama deles, entre eles; me traziam dormindo, para que eu acordasse bem protegido e me sentindo amado por eles.
Passaram-se os anos, fomos convivendo sempre assim, eu crescendo e o amor deles em nada diminuindo. Meu corpo foi-se desenvolvendo precocemente. Aos 11 anos, meu pai, durante o banho, reparou que já apareciam algumas penugens em volta de meu pênis, que já começava a crescer. Aos 12 anos, embora ainda fosse baixo, principalmente comparado aos dois homens altos com os quais vivia, já tinha pêlos debaixo do braço e subindo um pouco acima do umbigo; pêlos finos e claros. Passei a dormir mais vezes em meu quarto e, sozinho, me masturbava, já sentindo sair, durante o meu gozo, um líquido branco e leitoso do meu pênis.Certa madrugada, acordei com sede e resolvi descer até a cozinha para tomar água. Estava no alto da escada quando percebi que meu pai e o Luís estavam na sala iluminada apenas pela tênue luz de um abajur, ambos completamente nus, se abraçando e se beijando como eu nunca os vira fazer antes. Pressenti que estava vendo algo especial, aquilo justamente que faziam quando me pediam para dormir em meu quarto. Parei onde estava, agachei-me e, em silêncio, fiquei observando aquela cena. Via aquelas suas mãos másculas tocando os corpos um do outro, enquanto rolavam no chão e se beijavam furiosamente. Podia ver as línguas se cruzando, as bocas procurando orelhas, pescoços, olhos e qualquer outra parte que pudesse ser lambida ou mordiscada.
Naquela espécie de luta entre machos, meu pai, em determinado instante, dominou o Luís e o deixou deitado de costas no chão, com os braços abertos seguros pelas mãos firmes e fortes de seu companheiro, que o submetia ainda mais com o peso de seu corpo, sentado sobre sua barriga e cintura, não permitindo que ele saísse daquela posição. Vencido na luta, Luís relaxou e então pude ver meu pai se debruçando sobre ele, o beijar suavemente na boca e ir descendo em direção a seu peito. Largou seus os braços e passou a lamber e mordiscar os mamilos do Luís, que fechou os olhos e meio que se contorcia de prazer. A boca do meu pai foi descendo ainda mais, lambendo e mordiscando a barriga, o umbigo, a cintura...descendo mais e alcançando os meio da perna do Luís, que as abriu o máximo que pode. Podia ver meu pai com a boca nas coxas do namorado, fazendo-o gemer com mais e mais desejo. Finalmente, meu pai pegou com as duas mãos o imenso pau do amante e colocou-o na boca.
Eu nunca os havia visto de paus duros e não podia imaginar que ficassem daquele tamanho. Imediatamente, ante aquela cena, meu pau endureceu e senti o desejo de fazer a mesma coisa. Permaneci ainda algum tempo vendo meu pai chupar gulosamente o namorado, que se rebolava de tesão com o pau duro entrando e saindo da boca do meu pai. Eu já não agüentava mais de tanto tesão. Voltei para o meu quarto silenciosamente e bati uma punheta como nunca havia batido antes. Quando gozei, saiu uma quantidade tão grande de esperma, que sujou toda a minha barriga, peito, rosto e cabelo, atingindo ainda a cabeceira da cama. Limpei tudo com uma toalha de rosto e dormi imediatamente, com aquela cena em minha mente. Acordei no dia seguinte com muita sede e fui à cozinha beber água.
Passei pela porta do quarto de meu pai e a cama estava vazia. Quando subi, ouvi o Luís cantarolando no banheiro. Entrei e ele estava sozinho. Perguntei pelo meu pai e soube que havia saído para uma reunião de negócios. Naquele instante, pela primeira vez na vida olhei para o Luís com outros olhos. Fui percebendo o quanto era bonito aquele homem com o qual eu convivia desde pequeno. Sem querer, fiquei olhando para seu corpo e para seu pau, analisando a perfeição das formas. Ei, o que houve, algum problema? , perguntou-me ele, despertando-me daquela visão que me paralisava. Não, nada! , respondi. Vem, disse ele, sorrindo para mim, vem tomar banho comigo. Imediatamente entrei no banho com ele. Senti suas mãos passando sabão nas minhas costas e no meu peito, nos braços e debaixo dele, descendo até minhas pernas e pés. Está dando um pouco mais de trabalho dar banho em você!, disse ele sorrindo. É, estou um pouco mais crescido, né, Luís?, brinquei eu. Agora que você já é um mocinho, acho que não fica bem eu lavar sua bundinha e o seu pinto, não é? Quer lavar sozinho?, e entregou-me o sabonete.
A cena da noite anterior foi-me voltando com força cada vez maior à mente e o desejo de imitar o meu pai com o Luís foi crescendo. Devolvi o sabonete a ele e disse: Não, lava você para mim. Ele pegou o sabonete e começou a ensaboar minha bunda. Senti seu dedo passar várias vezes pelo meu cu, quase que o penetrando. Precisa ficar bem limpinho e cheiroso, né, garoto? Eu apenas sorri. Quando ele abaixou na minha frente para lavar meu pênis, este foi endurecendo em suas mãos. Opa, o que é que temos aqui, garoto?! Tesão da idade? Continuei apenas a sorrir, meio sem graça. É, meu garoto, pelo visto, você puxou seu pai!, brincou ele.
Peguei o sabonete de sua mão e disse: Chega, agora é a minha vez de te lavar. Rapidamente abaixei na frente dele, segurei seu pau mole e o ensaboei; pus a cabeça para fora da pele e lavei com o máximo cuidado. O Luís ficou olhando para mim e eu, agachado, olhava ora para ele, ora para o seu pau em minhas mãos. Depois de tirar toda a espuma, continuei com seu pau na mão, acariciando-o. Ele tentou se desvencilhar de mim, mas eu pedi que parasse e ficasse ali mesmo. Ele parou e ficou me olhando com estranheza. Eu então pedi: Deixa ele bem duro que nem você deixa pro meu pai? Quero colocar na boca igual eu vi o pai fazendo em você hoje de madrugada!
O Luís ficou meio que paralisado com o que eu dissera; aproveitei a situação e coloquei o pau dele na minha boca e comecei a chupar igual o meu pai fazia. Ele tentou fazer-me parar, mas não deixei. Que loucura!, disse ele, e relaxou. Pude sentir aquele pau ir crescendo e endurecendo na minha boca. Eu jamais poderia imaginar que fosse tão gostoso chupar uma rola grande e dura. Depois de chupar muito o pau do Luís, ele me levantou e me deu um beijo na boca, o primeiro da minha vida. Deixa agora eu retribuir isso para você!, e abaixou na minha frente e passou a chupar o meu pau. Não agüentei muito tempo e gozei na boca dele. Ele cuspiu tudo e sorriu para mim: Que pauzão esse seu para a sua idade! E quanta porra! Quase me afogou! Sorri todo orgulhoso, sentindo que aquelas palavras eram algum tipo de elogio. Quer experimentar o meu leitinho também?, disse ele balançando o pau na minha direção. Sentei em um banquinho de plástico que havia dentro do box e ele parou na minha frente, com seu pau enorme e duro apontando para mim. Mais uma vez peguei aquela rola nas mãos e enfiei na boca. Ele passou a fazer movimento de vai e vem, fodendo gostosamente a minha boca e me orientando para que meus dentes não o machucassem.
Em pouco tempo pude sentir seus jatos fortes invadindo minha boca. Engole, tudo, garoto, bebe todo o meu leite, gemia ele, segurando minha cabeça em suas mãos e metendo o pau na minha boca, quase me deixando sem fôlego. Engoli todo aquele líquido, de sabor forte, salgado e pareceu-me meio apimentado. Terminamos o banho e, no quarto, ele me deu um beijo na boca e disse: Esse é um segredo nosso, está bem?
Depois disso, repetimos muitas vezes nossas sessões de chupadas mútuas, geralmente no banheiro, quando meu pai não estava em casa ou quando estava, mas nos deixava tomando banho sozinhos. Por anos pedi ao Luís que me comesse ou deixasse que eu o comesse, mas ele nunca deixou. Dizia que amava o meu pai e que a penetração era uma expressão do amor deles. Nossa chupação era uma forma de carinho e de amizade íntima.
Fui crescendo mais, sempre conversando sobre sexo com meu pai e demonstrando a ele o meu desejo por homens. Ele disse que eu devia pensar bem antes de me decidir entre um homem e uma mulher, afinal estava na adolescência, fase de grandes transformações e definições. Minha curiosidade pelo sexo entre homens crescia mais e mais. Procurava páginas na Internet e via escondido as fitas de vídeo e as revistas de sacanagem que o Luís e meu pai guardavam no armário de seu quarto. Meu pai percebeu que eu estava mexendo nelas e, um dia, chegando em casa, colocou sobre a mesa da sala algumas revistas americanas com homens nus e apenas uma com sexo explícito. Me deu um beijo no rosto e falou: Quer ver alguma?! Fiquei muito sem graça, pois percebi que ele sabia que eu as via escondido. Foi para a cozinha com o Luís preparar o jantar e me deixou sozinho. Peguei as revistas e fiquei folheando. Claro que me chamou mais a atenção a de sexo. Depois de um tempo, meu pai e o namorado apareceram na sala e me viram entretido com as revistas. É, acho que não tem jeito, mesmo! O garoto é gay como o pai! Os dois riram muito, olhando para mim. E olha só, Luís, disse papai, se aproximando de mim, está com um volume grande sob o short, e todo molhadinho! Dizendo isso, passou a mão no meio da minha perna, rindo muito. Parece que o volume é bom. Também puxou ao pai? Levantei do sofá sem graça, tirando a mão dele do meio da minha perna. Pára, pai, não tem graça! Os dois só me caçoando. Mas a partir daquele dia, suas revistas e fitas passaram a ficar à mostra.
Eu já estava com 15 ou 16 anos e minha curiosidade e desejo aumentava. Queria ver sexo ao vivo e não apenas em vídeo e revistas. Queria experimentar transar totalmente com outro homem. Um dia, pedi ao Luís que, quando fosse transar com papai, deixasse a porta do quarto semi-aberta para eu espiar. Ele disse que não, que era loucura, mas tarde da noite, sai do meu quarto e vi a porta do quarto deles entreaberta e a luz do abajur acesa. Pude ouvir gemidos dos dois. Cautelosamente, me aproximei da porta de seu quarto e pude ver o Luís deitado de costas e meu pai sentado em cima dele, com o pau dentro do cu, subindo e descendo, cavalgando o seu namorado loiro. Fiquei espreitando os dois se amando na cama. De repente, o Luís olhou em direção à porta e nossos olhos se cruzaram. Percebi um sorriso de satisfação em seu rosto e o aumento do movimento de seu quadril se elevando, estocando o pau dentro do cu do meu pai, que gemia baixinho. Ouvi o Luís dizendo: Isso, meu macho, cavalga meu pau. Tá gostando de levar vara no cu? E meu pai, gemendo: Estou adorando, meu amor. Vai, mexe mais e mete toda essa rola dentro do seu homem. Fiquei olhando, de pau na mão, me masturbando sob o olhar do Luís, o pau do loiro entrando e saindo do meu pai. Quando já não agüentava mais de tesão, fui pro meu quarto e bati uma punheta até gozar, novamente me lambuzando inteiro. Só que desta vez espalhei toda aquela porra pelo meu corpo e rosto, senti o seu sabor e dormi daquele jeito mesmo.
Esses fatos continuaram a se repetir até agora, quando já estou com 19 anos. Ainda não arranjei nenhum namorado, pois meu pai e o Luís acham que eu devo esperar até encontrar um homem legal para casarmos e, se quisermos, morarmos todos juntos. Enquanto aguardo o meu príncipe encantado, vou chupando ou sendo chupado pelo Luís, vendo fitas, revistas e páginas da Internet gays e espreitando a transa dos dois, que me alucinam cada vez mais.
Desde que os vi transando pela primeira vez, aos 12 anos, o meu desejo de estar no meio dos dois foi crescendo. Quantas vezes quase que entrei no quarto deles para abocanhar uma daquelas picas duras à mostra. E no banho a 3, quantas vezes desejei pegar no pau dos dois e colocá-los na boca, ou um na boca e outro no cu. Mas foram sempre desejos que reprimi, por mais que nossa relação fosse aberta. Afinal, meu pai e o namorado sabiam de mim, eu chupava constantemente o Luís, mas nunca me convidaram para nada e meu pai nunca ficou de pau duro na minha frente. Ele sempre brincava comigo, mexendo no meu pau, principalmente quando ele, sem que eu quisesse, ficava duro no banho ou vendo as revistas que ele trazia.
Esse meu filhão está ficando cada dia mais bonito, você não acha, Luís?, perguntava meu pai, rindo, ao namorado, passando a mão na minha bunda ou no meio da minha perna. Sentia que tudo era só brincadeira para me deixar nervoso e sem graça. Mas quanto mais ele brincava, mais o meu desejo aumentava, mas ele nunca insinuava algo mais sério.
Não agüentando mais aquela situação e aquele desejo que já durava 7 anos, outro dia bolei um plano. Estávamos os 3 no banho, quando eu propus uma coisa: Vamos medir nossos paus para saber qual é o maior? Meu pai e o Luís caíram na gargalhada e disseram Voltamos à adolescência. Eu insisti: Que foi, têm medo que o meu pau seja maior que o de vocês? Está bem!, disse meu pai, vamos tirar a prova dos nove. Vamos, Luís? Luís sorriu e falou: Vamos lá! Começamos a nos masturbar para que os nossos paus endurecessem. O meu e o do Luís ficaram duros na hora, mas o do meu pai estava mais difícil de endurecer. Algum problema?, mexi com ele, precisando de alguma ajuda? Ele sorriu para mim e lascou um beijo de língua na boca do namorado. Na mesma hora pude ver de perto, à minha frente, o pau dele crescer, endurecer e apontar pra cima. Eles continuaram a se beijar, seus paus se tocando e cruzando. Aproximei-me dos dois e coloquei o meu pau em contato com os deles. Eles pararam de se beijar, cada um colocou um braço em meu ombro e ficamos olhando nossos três paus, enormes e rijos, se tocando como numa luta de espadas, pulsando fortes. Olhei bem nos olhos do meu pai e disse: Engraçado, quando o Luís chupa o seu pau, parece que ele fica maior do que está agora. Assim, você vai acabar perdendo o concurso. Deixa eu dar uma forcinha! Agachei rapidamente e, antes que meu pai pudesse esboçar qualquer reação, e motivado ainda pelo tesão, comecei a chupá-lo com volúpia. Olhei para cima e nossos olhos se encontraram. Ele acariciou minha face e meus cabelos, olhou para o Luís, puxou-o para si e o beijou.
O Luís puxou o banquinho de plástico para perto de si, sentou-se, me segurou pela cintura e me puxou para si, dizendo: Agora eu vou realizar o seu desejo, na frente do seu pai. Recolheu a baba dos nossos três paus que pingavam, passou na entrada do meu cu, lambuzou bem o próprio pau com cuspe e me fez sentar nele, devagar, carinhosamente, com muito cuidado, até enfiar toda a rola grande e pulsante no meu cu virgem. Quase não senti dor, orientado por aquele homem experiente. Meu pai, batendo punheta, olhava a cena com desejo. Quando o pau do Luís já estava todo dentro de mim, comecei a rebolar e puxei meu pai pelo pau para junto de mim, abocanhando aquela pica que, por tantos anos, foi o objeto do meu desejo. Que delícia, filhão, como você chupa gostoso! Por que demorou tanto para me procurar? Pensei que você só quisesse ficar chupando o meu namorado e vendo a gente transar! Percebi pelas suas palavras que eu havia perdido muito tempo, mas estou disposto a compensar todo o tempo perdido.

Transando com meu primo e com meu tio

Meu tio Leo, irmão de minha mãe, sempre foi considerado o homem mais bonito da família. Moreno, alto e elegante, fazia musculação, não perdendo oportunidade de mostrar seus músculos; vivia sem camisa e de short, quando estava fora de casa, ou de cueca, quando em casa.
Alguns primos e meu irmão achavam que, embora fosse do tipo machão, devia gostar também de homens, pois, quando saiam de carro, ele sempre fazia comentários sobre garotos bonitos que passavam nas ruas.
Quando estava com 15 anos, eu fui passar férias na fazendo do tio Leo. Ao contrário de outras vezes, em que havia muita gente, dessa vez só ficaram hospedados eu, meu tio e meu primo, filho da minha idade.
Nadávamos, pescávamos, andávamos de cavalo, comíamos frutas no pomar e descasávamos muito. Certo dia, ajudamos os funcionários da fazenda a colher goiabas para venda. Ao final da tarde, estávamos sujos e cansados. Ao voltarmos para casa, meu tio mandou que eu e meu primo fôssemos tomar banho juntos para ganhar tempo, pois ele também queria tomar banho.
Entramos no banheiro, tiramos nossa roupa e fomos juntos pro chuveiro. Ali ficamos conversando e brincando de molhar um ao outro, de empurrar e outras coisas inocentes. Esquecendo que devíamos ser rápidos, demoramos muito. Meu tio acabou entrando no banheiro para nos apressar e seu filho, brincando, dirigiu o chuveirinho para o pai e o molhou com roupa e tudo. Ele entrou na brincadeira e veio na nossa direção e nos agarrou, prendendo nossas mãos entre seus músculos do braço, como gostava de fazer. Por mais força que fizéssemos, não conseguíamos nos soltar. Quando ele nos soltou, já todo molhado, pegou o chuveirinho e apontou pra cara do meu primo, que a tapava com a mão, rindo e me pedindo ajuda. Para desviar sua atenção, segurei a calça do meu tio, que tinha elástico na cintura, e a puxei para baixo. Funcionou. Ele deixou meu primo de lado e se virou para mim. Rimos muito os 3 com meu tio molhado e com a calça arriada. “Sem vergonha!”, brincou ele, falando comigo. Rapidamente arrancou toda a roupa, mostrando seu corpo perfeito e bronzeado. “Agora você me paga!”, disse ele brincando, fazendo uma voz gutural e apontando suas mãos para mim num gesto de quem fosse me estrangular. Rindo eu gritei e me abaixei pedindo socorro ao meu primo. Meu primo pulou nas costas do pai e ele me agarrou e prendeu minha cabeça entre suas pernas. Ficamos nessa posição rindo, eu pedindo socorro e meu primo gritando para seu pai me soltar. Sem ver o que estava tocando, levantei minhas mãos e acabei segurando o pau do meu tio, que, assim como os nossos, estava mole. “Safado”, disse ele, “solta meu pau”. “Só se o senhor me soltar”, respondi eu. “De jeito nenhum”, ele retrucou, “agora você é meu prisioneiro. Continuei com a cabeça presa entre suas pernas e com seu pau em minhas mãos. De repente, senti que seu pau começou a crescer e endurecer em minhas mãos. Mesmo assim não o soltei. Meu tio é que largou minha cabeça e, meio sem graça, disse: “Xi, agora meu pau ficou duro”. Meu primo saiu das costas do pai e veio pro meu lado. Eu e meu primo ficamos olhando admirados o tamanho da rola do meu tio, enorme e dura. Além de lindo, era bem dotado. “Culpa sua, seu sacana”, disse meu tio, olhando pra mim. “Ficou segurando meu pau e ele ficou assim. Agora devia fazer ele amolecer de novo”. Eu e meu primo ainda estávamos mudos e admirados, não desviando o olhar do meu tio. “Ei!”, disse ele, “o que é?! Parece que nunca viram um pau duro antes! Estão assustados ou estão gostando?” Eu acabei falando: “Nunca tinha visto um desse tamanho!”. Meu primo olhou pro próprio pau e disse: “Será que o meu vai ficar desse tamanho também?” “Quem sabe?!, falou meu tio. “Afinal, filho de peixe, peixinho é... e sobrinho também...”, terminou ele rindo. Enquanto falava conosco, meu tio foi mexendo no pau, que continuava duro. Por fim falou: “Por que vocês não deixam o de vocês duros para nós compararmos?” Meu primo e eu nos olhamos, sem saber o que fazer. “Querem ajuda?”, falou meu tio, e na mesma hora se ajoelhou na nossa frente, pegou em nossos paus e começou a nos punhetar. Imediatamente nossos 2 paus virgens ficaram duros. “Humm! Para a idade de vocês estão bem grandes... acho que vocês puxaram o papai aqui...”
Agora que os 3 estavam de paus duros, meu tio sentou-se no chão do banheiro, encostou-se na parede e começou a se masturbar. Em pé, olhando-o movimentar sua mão ao longo de seu enorme caralho, nós 2 começamos a nos punhetar também. Mais uma vez meu tio, olhando pra mim, disse: “Safado, culpa sua do meu pau ficar duro assim. Agora você vai ter que fazer ele amolecer”. “E como eu faço isso, tio?”, perguntei. “Tem que fazer ele gozar”, respondeu. A situação estava cada vez mais erótica. A tensão e o tesão estavam no ar. As vozes saíam meio arfadas. Mais uma vez perguntei: “Como?”. Ele respondeu: “Você que sabe. Pode me bater uma punheta, me chupar ou me dar seu cuzinho. Já deu seu cuzinho antes?” Continuando a me punhetar, apenas balancei negativamente minha cabeça. “Nem pro meu filho? Ele nunca te comeu?” Eu e meu primo respondemos juntos que não. “Então escolhe. Como que amolecer meu pau?” Sem dizer nada, ajoelhei-me à sua frente, peguei sua rola duríssima e melada entre minhas mãos e comecei a masturbá-lo.
Meu primo dirigiu-se para o lado do pai para ver melhor a cena, se masturbando feito louco. Depois de um tempo masturbando meu tio, ele segurou minha cabeça e a foi puxando em direção à sua rola. Minha cara foi ficando cada vez mais perto do pau do meu tio e, por fim, ele o esfregou na minha cara, lambuzando-a. Uma vontade doida de engolir aquela vara me invadiu e eu não resisti. Comecei a chupar aquele caralho enorme e adorei... Que tesão me invadiu! Nunca imaginei que chupar uma rolona como aquela fosse tão bom! Com o canto dos olhos pude ver meu primo alucinado se masturbando, vendo-me chupar seu pai. De repente, meu tio virou-se para o filho e pegou em seu pau. Meu primo, cheio de tesão, aproximou-se mais do pai, deixando-se tocar. E foi ficando cada vez mais próximo, até que seu pau ficou ao lado da face do pai. Meu tio abriu a boca e começou a chupar o próprio filho. Na mesma hora senti jatos de porra quente invadir minha boca. Sem saber o que fazer, deixei tudo escorrer para fora da minha boca, lambuzando todo o pau do meu tio, que gemia alto de prazer. Nisso, meu primo também começa a gemer. Olho pra cima e vejo-o esporrando jatos fortes e intensos de porra na cara e na boca do pai. Não resisti a tanto tesão e acabei gozando, sem mesmo tocar em meu pau.
Extenuados, ficamos parados ali mesmo, no chão do banheiro. Meu tio encostado á parede, seu filho sentado ao seu lado, com a cabeça em seu peito e eu deitado apoiado em suas pernas. Nossas respirações, aos poucos, foi voltando ao normal. Meu tio quebrou o silêncio dizendo: “Meu pau continua duro e, pelo visto, o de vocês também”. Era verdade. Apesar de havermos gozado muito, o tesão ainda fazia nossos paus permanecerem duros.
Da posição em que estava, apenas virei um pouco a cabeça e pude chupar delicadamente a rola do meu tio. Meu primo deitou-se ao meu lado e também começou a chupar seu pai, e a lamber o corpo de seu pau e as bolas. Aos poucos meu tio começou a levantar as pernas e, à nossa frente, estava uma bunda enorme, dura e linda, com o cuzinho apontando para nós, como a pedir para ser fodido. Meu primo enfiou a língua no cu do pai e eu fiquei brincando com meu dedo no seu buraquinho.
Meu tio gemia com o meu toque e a lambida do filho. Meu primo levantou-se e posicionou-se com seu pau na entrada do cu do pai e foi enfiando devagar. Entrou fácil, sem grande esforço, de tanto que estava melado. Enquanto meu primo punha e tirava o pau do cu do pai, eu enfiei a minha rola na boca do titio e deixei ele chupando gostosamente.
Estávamos já a algum tempo nessa posição, quando meu primo gemeu e socou o caralho no cu do pai com toda a força e gozou. Tirei o pau da boca do meu tio e fui para o seu cu. Já todo abertinho e lubrificado pela porra do filho, o cu do titio não teve qualquer resistência para receber a minha rola. Entrou tudo de uma vez. Que sensação deliciosa de socar o pau naquele cuzão delicioso, naquela bunda musculosa e linda. Não demorei muito para gozar. Assim que o fiz, meu tio levantou-se, pegou no próprio pau e bateu uma punheta gostosa até gozar em cima de mim e do meu primo.
Cansados, nos lavamos, deitamos na cama e adormecemos abraçados.

Minha iniciação

Eu tinha 8 anos quando meu pai se separou da minha mãe e veio morar em São Paulo, deixando-nos em Rio Claro, cidade do interior. Todas as férias, eu as passava com papai, que passou a morar numa bela cobertura num bairro paulistano chamado Butantã. Nunca achei nada de estranho no fato de sempre aparecer algum amigo de papai para passar o dia conosco, ficando sempre para dormir.
Embora fosse grande, o apartamento fora reformado, criando amplos ambientes, mas possuindo apenas 2 quartos, ambos com cama de casal: o de papai, enorme, com closet e um maravilhoso banheiro com sauna e banheira de hidromassagem, separado do quarto por uma parede de vidro transparente; e o quarto de hóspedes, onde eu sempre ficava. Assim, para me deixar mais à vontade, como sempre justificara papai, o amigo acabava dormindo com papai, em sua cama, já que era a única que havia.
Estando eu em São Paulo, papai dava-me toda sua atenção, tirando férias do seu consultório dentário apenas para ficar comigo. Passeávamos, comíamos constantemente em restaurantes e lanchonetes, íamos a cinema, a teatro infantil, enfim, onde eu quisesse ir. Além de todo a atenção, papai sempre foi extremamente carinhoso comigo e não deixava nenhum de seus amigos fazerem qualquer tipo de brincadeira ou gracinha comigo. Por isso, adorava estar papai nas férias e não concebia outras férias que não aquelas, a seu lado.
Fui crescendo e ficando curioso. Mesmo nada dizendo, comecei a achar estranho o fato de papai só ter amigos homens e não ter namorada. Um dia, conheci um de seus amigos e este passou todo o tempo de minhas férias conosco. Era um homem muito divertido e simpático, de quem gostei logo. Papai pediu-me que o chamasse de tio Dênis e contou-me que ele estava morando lá, no quarto que eu ocupava sempre, mas que, nas minhas férias, ele ficaria com papai no mesmo quarto.
Cresci mais e em todas as férias tio Dênis estava em casa. Quando eu já estava com 15 anos, numa das férias fiquei um dia em casa sozinho, pois papai e tio Dênis precisaram sair para resolver um assunto empresarial que demoraria o dia todo, e pediram-me que ficasse em casa, brincando, nadando na piscina da cobertura, tomando sol, assistindo filmes, navegando na Internet ou jogando vídeogame. Sozinho em casa de papai pela primeira vez, minha curiosidade fez-me vasculhar tudo. No quarto de papai, numa caixa dentro do maleiro do armário embutido, achei diversas revistas e vídeos pornográficos, mas todos gays. Fiquei surpreso com aquilo e, ao mesmo tempo, excitado. Na casa de minha mãe não havia internet e na casa de papai o computador ficava em seu escritório, o que me impedia de acessar qualquer página de sexo, por mais tentado que fosse. Era a primeira vez que via homens tão bonitos com paus tão grandes, todos transando entre si. Meu pau ficou duro na hora. Peguei duas revistas daquelas e levei para meu quarto, guardando o restante. No quarto, fechei a janela, tranquei a porta e tirei minha roupa e me masturbei pela primeira vez olhando para homens. Fiquei imaginando um daqueles homens me beijando, me chupando ou me comendo. Ou eu os chupando ou comendo. Cada posição daquelas aumentava ainda mais o meu tesão e dava asas à minha imaginação. Vi-me sendo comido por um cara de pau enorme e chupando duas rolas duras e grandes ao mesmo tempo. Quando vi uma foto com um cara recebendo a porra na boca, na cara e no peito, vinda de 3 homens maravilhosos, não agüentei e gozei, sujando toda a minha barriga, peito e cara, voando minha porra na cama e no travesseiro. Depois daquela gozada, ainda gozei mais 3 vezes naquele dia. Devolvi as revistas e peguei duas fitas, cujas capas achei atraentes e uma outra, aparentemente pirata, sem nada escrito. Coloquei a primeira fita e entrei em êxtase ao ver, em movimento, aquelas transas e esporradas maravilhosas. Meu pau já começava a doer de tanta punheta que batia. Meu gozo já começava a sair quase seco, mas eu estava descontrolado. Só queria ver aquelas transas gays. Finalmente, coloquei a fita pirata. E qual não foi minha surpresa ao ver, como “atores”, meu pai e o tio Dênis. A primeira coisa que me chamou a atenção foi o tamanho dos paus dos dois, principalmente do tio Dênis. No filme, eles se beijavam ardentemente e se chupavam. Nunca poderia imaginar meu pai com o pau avantajado do tio Dênis na boca, chupando como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. O filme mostrava aquela rola enorme, rija, cheia de veias, muito ereta. Num momento do filme, tio Dênis sentou-se na cama e papai posicionou seu cu na ponta do pau do amante e foi sentando devagar, movimentando-se pra cima e para baixo, fazendo com que aquela pica admirável lhe invadisse todo o cu. Estava nessa cena quando papai e tio Dênis chegaram. Desliguei o vídeo rapidamente, escondi a fita debaixo de minha cama e corri para o banheiro para tomar banho. Ver aquelas revistas e aqueles filmes passou a ser uma obsessão para mim, mas eram raros os momentos em que podia ficar só. Assim, sempre que isso acontecia, pegava uma revista ou vídeo, escondia debaixo da cama e o via à noite, quando os dois já estavam dormindo. Mas o desejo não se satisfazia e passei a desejar ver os 2 transando ao vivo. À noite, passava várias vezes ante a porta do quarto de papai para ver se via ou ouvia alguma coisa. Várias vezes ouvi gemidos e sussurros, mas a porta estava sempre fechada e não tinha coragem de abri-la. Numa noite, o tesão foi tanto ao ouvir seus gemidos, que não agüentei e abri silente e vagarosamente a porta e pude ver, pela primeira vez, duas pessoas transando ao vivo e a cores. Papai, de costas para a porta, cavalgava tio Dênis, que estava deitado na cama. Podia ver aquele pau imenso entrando e saindo do cu do meu pai. Minha vontade foi de me atirar no meio dos 2, mas o medo da reação de ambos me impediu. Em menos de 1 minuto eu estava com a cueca toda gozada. Fechei com cuidado a porta e voltei ao meu quarto. Repeti esse ato várias vezes, vendo-os trepando de todas as maneiras, se chupando, comendo e gozando. Aos poucos, fui-me acostumando e já não gozava tão rápido, passando a ficar mais de meia hora com meu pau na mão vendo a relação dos dois. Um dia, quase morri do coração ao sentir o olhar de tio Dênis em minha direção; mas ele pareceu não ter visto nada, pois continuou sua transa com papai.
Mais de um ano depois disso, nas férias de janeiro, eu já com quase 17 anos e ainda virgem de corpo mas experiente por observação, estávamos os 3 de sunga brincando na piscina da cobertura, quando papai começou a falar de sexo comigo, perguntando-me se eu ainda era virgem e pedindo-me sinceridade absoluta. Fiquei super vermelho e envergonhado, não sei se porque era meu pai quem me perguntava aquilo ou se era porque realmente nunca tivera qualquer relação fosse com homem ou com mulher, nem sequer um beijo, já que, além de um pouco tímido e medroso, não sentia a menor atração por meninas. Respondi baixo e meio de lado que era virgem e nem beijara ainda. Papai disse-me que estava feliz por saber daquilo, pois desejava me dar um belo presente. Perguntei o que era e ele me disse que o presente seria a minha iniciação sexual.
Fiquei mais vermelho ainda, pedi a ele que parasse com aquilo, mas ele me disse que era sério. Calei-me e fiquei sério também aguardando o que viria. Papai olhou-me e disse: “Veja como é que se beija!” E segurou a cabeça de tio Dênis entre suas mãos, aproximou seu rosto e suas bocas se tocaram. Logo, eu podia ver suas línguas se cruzando. “Agora é a sua vez!”, disse-me ele. “Experimente!” Muito sem graça, cheguei perto de tio Dênis e ele me puxou para si, beijando-me. Senti sua língua em minha boca, mexendo-se, tocando meus dentes e minha língua. Depois de um instante sentindo aquela umidade quente, entreguei-me àquele beijo e ouvi papai dizendo: “Isso mesmo, é assim que se beija, garoto!”.
Depois que acabou-se aquele beijo, papai falou-me: “Sei que você quer experimentar outras coisas e não só o beijo. Mais de uma vez notei que minhas revistas e fitas estavam em seu quarto, além de você nos espionando pela porta quando estávamos transando”. Pensei que eu fosse morrer de tanta vergonha. Eles sabiam o tempo todo e nada disseram. “Não precisa ficar vermelho, filho! Eu só queria ter certeza de que era isso mesmo o que você queria. E desejo que a sua primeira vez seja inesquecível e não uma fodinha qualquer, rápida e escondida de todos, até com risco à sua saúde”. Dizendo isso, papai pediu a tio Dênis que sentasse na beira da piscina. Pude, então, ver sob sua sunga a imensa rola que tantas vezes eu cobiçara e vira entrar na boca e no cu do meu pai. Papai tirou a sunga do tio Denis, expondo a rola enorme e dura, apontada para cima. Papai pegou o pau do tio Denis em suas mãos, olhou para mim e disse: “É assim que se chupa um caralho gostoso!”, e começou a lamber a cabeça do pau do tio Denis, a chupar devagar, até enfiar tudo na boca, deslisando-o para dentro e para fora, várias vezes. Tio Denis gemia de prazer, acariciando os cabelos e a face do meu pai, fechando os olhos como para se concentrar apenas naquilo. Nesse ponto, meu pau estava duríssimo, a ponto de estourar. Meu pai parou de chupar, olhou para mim e me ofereceu o pau do namorado. “Vamos ver se você sabe fazer tão bem quanto seu pai. Vem, chupa você agora a rola gostosa do meu namorado”. Ele não precisou insistir. Segurei a rola do tio Denis e comecei a chupar com furor. “Calma, garoto!”, riu meu pai, “devagar senão o tio Denis não agüenta!”. Mas eu chupava com vontade e o tio Denis falou: “Pode deixar, amor, a boquinha de veludo dele é um tesão!” Enquanto chupava o tio Denis, meu pai observava ao meu lado, batendo punheta. Como estava muito próximo, várias vezes senti seu corpo roçar no meu e isso foi aumentando o meu tesão. Meu corpo começou a procurar o corpo do meu pai e se esfregar mais nele. Meu pai percebeu que eu me esfregava nele de propósito e falou, com a voz meio arfante: “Cuidado, garoto, não brinca com fogo...!” Eu respondi com um gesto: estiquei meu braço até a cintura do meu pai e o puxei para mim. Ele se posicionou bem atrás de mim, com sua rola dura encostando em minha bunda e com sua cabeça sobre o meu ombro, observando minha chupada no pau do namorado. Enquanto ele observava, dizia: “isso, chupa essa rola deliciosa... que tesão!... você puxou o papai aqui, adora um caralho gostoso...” e outras sacanagens. Pude sentir o pau do meu pai procurando o meu cuzinho e isso me fazia rebolar ainda mais no seu pau. O tio Denis percebeu o que estava acontecendo e começou a se afastar da piscina aos poucos, me obrigando a ir saindo aos poucos também. Com isso, em pouco tempo tio Denis estava deitado de costas no chão ao lado da piscina, eu estava deitado de bruços entre as suas pernas com seu pau na minha boca e meu pai estava em cima de mim. Com o pau de papai naturalmente lubrificado, meu cu foi acolhendo a rola que me tinha criado. Que sensação maravilhosa sentir as rolas dos 2 homens que eu mais amava no mundo dentro de mim, uma na boca e outra no cu. Papai começou a bombear seu pau no meu cu e a partilhar o pau do tio Denis comigo, chupando-o sobre o meu ombro. Eu procurava abrir ao máximo meu cu e fazer um movimento pra cima e para baixo para facilitar a foda de papai no meu cu. Tio Denis começou a falar sacanagem também, mandando meu pai me comer mais, me foder todo, gozar no cu do filho, e coisas desse tipo. Meu pai continuava a me comer e a falar sacanagens tipo “rebola, meu putinho... que filho gostoso que eu tenho... nunca comi um cuzinho tão macio...tá gostando de receber a rola do papai no cu?... chupa a pica do Denis...” Eu não dizia nada, apenas chupava e me mexia intensificando a foda no meu cu... De repente, tio Denis grita: “Vou gozarrrrr!!!!!” , e jorra muita porra na minha boca, na minha cara e na cara do meu pai, que acaba gozando também dentro do meu cu, fazendo com que sua rola deslizasse ainda mais facilmente dentro de mim. Vendo que eu ainda não havia gozado, os 2 me colocaram deitado de costas nos chão e me chuparam até eu gozar em suas bocas... Ficamos deitados à beira da piscina, extenuados. Depois de um tempo, tio Denis e papai se levantaram depressa, me pegaram, um pelos pés e outro pelos braços e me jogaram na piscina, atirando-se na água em seguida. Ali ficamos brincando, nos beijando e nos acariciando o resto do dia, partilhando uma intimidade que nunca imaginei ser possível.

Meu filho, meu amigo íntimo

Durante muitos anos tentei negar a mim mesmo a minha homossexualidade e viver como qualquer homem heterossexual. Descobri-me gay ainda adolescente, olhando com desejo para os meus amigos de escola e outros homens, na rua ou na televisão e em revistas. Porém, sempre achava aquilo errado. Bati muitas punhetas começando os pensamentos com mulheres, mas terminando-os pensando em estar transando com homens e, imediatamente, gozando. Para superar isso, arranjei namoradas e transei com todas, acreditando que tudo passaria. Casei-me cedo e com sinceridade de coração, querendo ser feliz e fazer minha esposa feliz. No entanto, o meu desejo por homens, ao invés de diminuir, só cresceu. Chegou a um ponto em que não pensava em outra coisa, tornando-se o desejo pelo corpo masculino uma verdadeira obsessão. Casado havia mais de 10 anos e com um lindo e abençoado filho de 9 anos, decidi experimentar a relação com outro homem, mas sem qualquer compromisso, para não prejudicar meu casamento. A minha opção pode não ter sido a melhor, mas foi a que me pareceu a mais apropriada naquele momento: uma sauna gay.
Descobri uma sauna em Pinheiros e fui pela primeira vez. Na entrada, o funcionário avisou-me tratar-se de um ambiente gay. A ele respondi que sabia e no meu interior disse-me: “Por isso mesmo estou aqui!”. Um massagista loiro e forte mostrou-me toda a casa e orientou-me o seu funcionamento. No vestiário, tirei a roupa e enrolei-me numa toalha branca já meio puída devido ao muito uso, dirigindo-me à sala de vídeo, que eu percebera ter vários homens batendo punheta, quando estava conhecendo a casa. Sentei-me e fiquei vendo o filme que era hetero. Alguns garotos muito sarados punham pra fora seus paus duros e, quando algum dos homens mais velhos olhava por algum tempo, eles se aproximavam. Descobri, depois, tratar-se de garotos de programa. Fiquei de olho em um rapaz bem magro e de corpo definido, com uma rola bem grande e firme. Com a mão por baixo da toalha, fiquei me masturbando, ora olhando para ele, ora pra o filme. Quando ele fez sinal para mim, o tesão foi tão grande que imediatamente gozei na toalha. Levantei-me sem graça e meio com raiva de mim por não ter agüentado segurar o gozo e fui para o chuveiro. Tirei a tolha, pendurei-a na válvula do chuveiro e me lavei, observando vários homens de paus duros fazendo o mesmo. Lavei a toalha para tirar o esperma e, saindo do chuveiro, comecei a torcê-la bem para escorrer toda a água. Estava assim, nu e com a toalha na mão, quando o garoto da sala de vídeo aproximou-se de mim e se ofereceu para me ajudar. Ele segurou uma ponta da toalha, eu segurei na outra e juntos a torcemos, até parar de pingar água. Ele me convidou a sentar numa mesa do bar e, com muita simpatia e objetividade, propôs-me uma transa num quarto alugado na própria sauna, dando seu preço. Aceitei. No quarto, tiramos nossas toalhas, ele se aproximou de mim, me abraçou e começou a me beijar. Entreguei-me ao meu primeiro beijo gay com intensidade. O garoto de programa passou a beijar, lamber e mordiscar meu pescoço, orelha e mamilos, levando-me às alturas do êxtase sexual. Nunca, em toda a minha vida sexual havia sentido tantos pontos de prazer em meu corpo. Finalmente, foi descendo sua boca pelo meu corpo e abocanhou minha pica pulsante de desejo, chupando-a como nunca havia sido chupado. De repente parou, levantou-se e voltou a me beijar com sofreguidão, fazendo-nos cair na cama, abraçados e nos esfregando um no outro. Voltou a chupar meu pau e, virando seu corpo, aproximou sua rola grande e duríssima de meu rosto. Não foi preciso dizer nada: segurei pela primeira vez na vida o caralho duro de outro macho e o chupei. Que delícia! Que sensação maravilhosa! Que tesão indescritível ter a rola de outro homem na boca, ainda mais sendo chupado ao mesmo tempo. Depois de um tempo ele propôs que gozássemos juntos. Deitei-me de costas e ele ajoelhou-se sobre mim, com os joelhos na cama, ao lado das minhas pernas, fazendo com que nossos paus se tocassem enquanto nos masturbávamos. No momento em que ele começou a gozar forte em meu pau, na minha barriga e no meu peito, gozei intensamente como nunca antes havia gozado e como se não tivesse gozado havia pouco tempo na sala de vídeo. O garoto quedou-se ao meu lado durante um tempo e, em seguida, levantou-se, convidando-me ao banho. Nos lavamos e ele me acompanhou ao armário, onde peguei o dinheiro e paguei-lhe pelo serviço prestado, na certeza de ter empregado muito bem o meu dinheiro.
A partir desse dia, todas as quartas-feiras ao final do expediente de trabalho eu me dirigia àquela sauna e me encontrava com o garoto. Todos os funcionários e outros garotos de programa sabiam que eu era o seu cliente fixo e o chamavam assim que eu aparecia. Isso permaneceu por meses. Eu satisfazia minha necessidade sexual, não tinha compromisso nenhum com ele, afinal eu pagava para transar, e mantinha meu casamento. Até que um dia...
Certo dia o garoto não apareceu. Um seu colega de trabalho me avistou e contou que ele precisara viajar para o Rio de Janeiro, porque seu pai havia morrido. Consternei-me com o fato e quis, sinceramente, estar a seu lado para consolá-lo. Pensei em ir embora, mas como já estava por ali, fui para a sauna relaxar. Um homem aparentemente da minha idade e, como eu, com corpo definido, entrou e sentou-se ao meu lado na penumbra daquele ambiente cheio de vapor. Aos poucos foi aproximando sua perna da minha, até que ambas se tocaram. Ele foi intensificando o toque. Não afastei minha perna, gostando do que estava acontecendo. Ele então dirigiu sua mão para o meu pau e o segurou. Fiz o mesmo com o pau dele. Nos olhamos, ele foi aproximando seu rosto do meu e acabamos nos beijando. Após alguns instantes, ele levantou-se, pegou-me pela mão e puxou-me para fora. Tomamos uma ducha, enrolamo-nos na toalha e ele levou-me ao bar, onde sentamos, pedimos suco de laranja e ficamos conversando, falando sobre nós e nossas vidas. Também era casado e disse já estar de olho em mim havia algumas semanas. Lamentava que eu pagasse para transar sendo bonito e atraente, e havendo, com certeza, vários homens ali que ficariam muito felizes em sair comigo sem que eu precisasse pagar... como ele, por exemplo. Acabamos indo para um quarto e, creio, fizemos amor pra valer. Nos beijamos e nos chupamos muito e, pela primeira vez, comi e fui comido. Ele estava preparado com muitas camisinhas e um tubo grande de KY. Nesse dia, cheguei em casa muito tarde, pois perdera a noção do tempo com aquele homem. Trocamos telefone e, na semana seguinte, ele levou-me para conhecer outra sauna em Pinheiros, essa próxima à avenida Dr. Arnaldo, travessa da rua Cardeal Arcoverde, onde dificilmente havia garotos de programa. Ali passou a ser nosso ponto de encontro semanal. Gostávamos ambos do ambiente libidinoso de uma sauna gay. Naquela, os filmes no vídeo eram gays e os homens eram mais exibicionistas. Várias vezes ficamos namorando na piscina ou na hidro, ao lado de outros casais.
Minha identidade homossexual foi-se definindo e, após 2 anos, por coerência comigo e respeito à minha esposa, decidi separar-me. Nunca contei-lhe a verdadeira razão de nossa separação, mas ela sentia que algo entre nós não estava bem e que eu já não tinha prazer com ela. Naturalmente, saí de casa e meu filho permaneceu com ela. Após alguns meses, minha ex-esposa anunciou que ia casar-se novamente. Dessa forma, voltei para minha casa, pois ela moraria no apartamento do seu novo marido. Meu filho acompanhou-a, mas não se deu bem com o padrasto. Adolescente de 14 anos, não admitia ser repreendido pelo marido de sua mãe. A situação ficou tão difícil que abalou o casamento de ambos. Após muito diálogo, decidimos os 4 – ela, o marido, meu filho e eu -, que o rapaz voltaria a morar comigo.
Nunca assumi minha homossexualidade perante as pessoas e, em casa, nada havia que pudesse me comprometer, nem vídeos, nem revistas. O meu caso com aquele homem casado perdurava, para nossa alegria e tranqüilidade. Com meu filho, procurei desenvolver uma relação de confiança, o que fez com que ele sempre me contasse o que acontecia com ele: seu primeiro beijo, sua primeira transa com uma garota, suas angústias juvenis, seus sonhos para o futuro... Mesmo com tanta confiança, e porque ele nunca me perguntara diretamente nada – caso contrário eu seria sincero e diria a verdade –, eu não cheguei a revelar-lhe a minha atração por homens.
Aos 18 anos, meu filho serviu o exército. Meu garoto já estava um homem, lindo e perfeito, ficando uma graça vestido de soldado. Após alguns meses, ele me disse que precisava falar comigo algo muito sério, mas sempre ia adiando, até que eu o chamei uma noite em que ele estava em casa e lembrei da nossa confiança mútua. Fosse o que fosse, eu o apoiaria em tudo. Com muito constrangimento e palavras fugidias, contou-me que, no quartel, havia acontecido algumas brincadeiras sexuais com alguns de seus colegas. Com ajuda das minhas perguntas, contou-me tudo o que já fizera, inclusive sexo oral e anal, em dupla e em grupo. E, por fim, a uma pergunta minha, afirmou que gostava sim de homens, muito mais do que de mulheres. Que havia sentido muito mais prazer na relação homossexual do que na hetero. Com tanta sinceridade e coragem, chegara a hora de contar a ele sobre mim e minha experiência. Ele, sorrindo encabulado, disse que já desconfiara, pois muitas vezes percebera meu olhar rápido, mas interessado, voltado para homens na rua. Ficamos horas conversando, nos confidenciando, contando experiências, detalhes curiosos. Rimos várias vezes de diversas situações surgidas. Já tarde da noite, fomos dormir. Antes de ir para o seu quarto, meu filho me abraçou me forte e me deu um beijo extremamente carinhoso no rosto. A partir daquele dia, sempre que saía ou chegava, ou que fôssemos dormir, ele me beijava o rosto. Dormi muito bem naquela noite, pois agora nada tinha a dever a meu filho e nosso confiança um no outro era total.
As quartas-feiras passaram a ser dias especiais para mim, pois era o dia em que, após as 13h00, meu filho tinha folga do quartel e vinha para casa, e também o dia do meu encontro com meu amante. Embora gostasse de estar com meu homem, fazia todo o possível para chegar cedo em casa e compartilhar a companhia do meu garoto. Certa noite, cheguei em casa mais cedo do que o habitual. Na sala, achei num canto do sofá a cueca do meu filho, melada de porra e sobre a mesa de centro a capa de um dvd gay. Procurei meu filho e o encontrei no banho. Nada disse. Quando ele chegou pelado na sala, enxugando-se com a toalha, levou um susto ao ver-me sentado no sofá assistindo a filme que ele trouxera. Instintivamente cobriu-se com a toalha, ficou vermelho e, gaguejando, disse-me que eu havia chegado muito cedo e pediu-me desculpa pela cena, pegando sua cueca e escondendo-a atrás de si. Procurei deixá-lo à vontade, pedindo que não se preocupasse com aquilo. Disse a ele que eu também gostava de filme pornô e que nunca trouxera um por respeito a ele, pois, quando ele era menor, não sabíamos um do outro. Perguntei-lhe se ele se importava que eu assistisse um pouco do filme, pois estava muito bom e os atores eram lindos. Ele não se importou e acabou sentando na poltrona perto do sofá para também assistir. Meu pau estava duro dentro da calça e percebi que a toalha do meu filho armara uma “tenda”, que ele, em vão tentava esconder. Sorrindo, disse a ele para ficar à vontade, que homem não consegue esconder ereção. Ele relaxou. Aos poucos, foi alisando o pau sob a toalha, olhando de vez em quando pra mim. Passei a alisar meu pau também, com a mão por cima da calça. Num determinado momento, levantei-me, tirei minha camisa, fui até meu filho e abri sua toalha, deixando à mostra seu pau. “Pronto. Assim você fica mais à vontade!” Primeiramente, ele procurou esconder o pau com a mão, depois passou a se masturbar livremente. Era a primeira vez que via a rola do meu filho dura... e que bela rola. Parecida com a minha, porém maior. Mais uma vez levantei-me, tirei minha meia, a calça e a cueca e também fiquei me masturbando livremente. “Bela rola!”, disse-me ele após alguns minutos de observação. Ficamos nos masturbando até que ele gozou e eu, vendo seu gozo, também, gozei. Desligamos o filme e cada um foi para seu quarto, tomar banho. Depois jantamos e conversamos sobre muitas coisas e também sobre o filme. Combinamos que às quartas-feiras faríamos sempre a nossa seção de vídeo e de punheta.
Na quarta seção de punheta, meu filho sentou-se a meu lado no sofá. No auge do tesão, ele que sempre ficava de olho no meu pau (e eu no dele, não nego) acabou segurando minha rola e me masturbando. Acabei fazendo o mesmo com o pau dele. Gozamos um melando a mão do outro. Naquela noite, jantando, ele me disse que gostara muito de sentir o meu pau na mão dele e ser tocado por mim. Não pude negar que aquilo também me dera muito prazer. Lavamos juntos, como sempre, a louça do jantar e ficamos conversando na sala até passar das 23h00. Já estava na cama me preparando para dormir, quando meu filho bateu na porta e entrou, completamente nu, com o pau semi-ereto. Sentou-se ao meu lado e perguntou-me se podia fazer uma pergunta muito íntima. Respondi que sim, apelando para a nossa confiança mútua. “Você gostou de verdade de tocar o meu pau? Sentiu prazer?”. A maneira como ele me olhava nos olhos me impediu de responder com palavras. Apenas pude balançar afirmativamente minha cabeça. Ele aproximou-se de mim, segurou meu rosto em suas mãos jovens e másculas e me beijou-me, enfiando sua língua em minha boca, tocando a minha língua. Parou, olhou-me nos olhos e perguntou-me se gostara daquilo também. Não respondi nada. Apenas aproximei-me e retribui seu beijo. Sem parar de beijar-me, meu filho arrancou o lençol de cima de mim e jogou-o no chão, deixando meu corpo nu e meu pau já duro à mostra. Deitou-se sobre mim também com sua rola dura e nos beijamos e esfregamos com paixão. Nossas mãos tocavam o corpo um do outro onde alcançava: cabelos, peito, costas, bunda, cu, pau...
Por ser a primeira vez e por estarmos profundamente excitados, gozamos rapidamente. Meu filho deitou-se ao meu lado, com a cabeça sobre meu peito, espalhando nossas porras em minha barriga... e assim adormecemos.
Quando acordei no dia seguinte, ele já havia saído para o quartel. Já antecipei toda a angústia de ter de aguardar até a quarta-feira seguinte para vê-lo novamente. Mal consegui trabalhar naquele dia. Duas vezes fui ao banheiro do escritório para me masturbar. Logo após o almoço, meu filho telefonou-me declarando todo o seu amor e desejo por mim. Disse-me que, de manhã, quando me vira nu na cama, seu desejo foi de me chupar o pau, mas teve de resistir caso contrário chegaria atrasado no quartel e poderia ter sua folga cancelada... e isso ele não suportaria... mais de uma semana longe de mim seria insuportável. Também me disse que já havia se masturbado 3 vezes naquela manhã pensando em nós 2 na noite anterior e em tudo o que ainda iríamos fazer. Sozinho no escritório, falando com meu filho e ouvindo tudo o que ele me dizia, pus meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Contei a ele o que estava fazendo e ele passou a dizer-me muita sacanagem pelo telefone, até que não resisti e gozei. Ele desligou em seguida, pois precisava correr ao banheiro para também bater uma punheta e gozar. Naquela semana, todos os dias, ao mesmo horário, ele me ligava para me fazer gozar.
Na quarta-feira seguinte, liguei para meu amante e desmarquei o nosso encontro. Dei uma desculpa no emprego e saí logo após o almoço. Cheguei em casa e tomei banho, aguardando a chegada do meu filho, deitado nu no sofá da sala. Ele chegou, me beijou apaixonadamente e, em seguida, tirou sua roupa. Eu, nu, deitado de lado no sofá, apoiando a cabeça com uma das mãos e me masturbando com a outra, observava meu filho, com a roupa do exército, tirar a roupa aos poucos, me seduzindo. Já completamente nu, parou ao meu lado no sofá, mostrando-me sua deliciosa rola dura e melada. Acariciei-a e a puxei em direção à minha boca. Agora tudo estava consumado. Meu filho passara a ser o meu amante de verdade. Sabia que a partir de então só aprofundaríamos nossa relação. Chupei sua rola linda com desejo, aguardando o momento em que o rola que o fizera vir ao mundo também seria sugada por ele. Enfiei minha mão livre no meio de suas pernas e encontrei seu cuzinho liso. Meu filho, ao contato de minha mão, afastou uma perna da outra, possibilitando que meu dedo fosse entrando em seu cu. Enquanto o chupava, meu dedo o fodia. Ele gemia e rebolava sua bunda em minha mão. Não mais resistindo ao tesão, foi-se inclinando sobre mim até que abocanhou minha rola melada de desejo. Nos sugamos com voracidade. Quase gozando, meu filho saiu de cima de mim e posicionou-se de outra maneira: olhando para mim, sentou na cabeça do meu pau e foi abaixando até que entrou toda a minha rola no seu cu. Nos abraçamos e beijamos, enquanto ele me cavalgava. Permanecemos nessa deliciosa posição até que, em determinado momento, não mais agüentando segurar, ele gozou forte em minha barriga. O gozo de outra pessoa sempre me fascinou e excitou. Ao ver meu filho gozar em cima de mim, gozei gostoso dentro de seu cu. Extenuados permanecemos abraçados, com meu pau ainda dentro dele, sentindo o contato amoroso de um corpo contra outro. Um beijo apaixonado e sereno selou nosso compromisso de amor. Sabíamos que, a partir daquele momento não haveria outros homens para nós... somente teríamos um ao outro.